Fonte:
quinta-feira, 21 de maio de 2015
terça-feira, 12 de maio de 2015
Atividades de matemática: Histórias matemáticas
Situações problemas.
Fonte: A Maneira Lúdica de Ensinar Fatos e Operações - Editora FAPI.
Clique nas imagens para copiar.
terça-feira, 5 de maio de 2015
Trabalhando Ciências com a Educação Infantil ou Séries Iniciais.
Fonte: Revista Atividades para Professores da Educação Infantil.
As crianças vão amar essas atividades práticas dos conteúdos de ciências (meio ambiente, fenômenos da natureza). É muito melhor assim, descobrir as coisas da vida, com atividades interessantes. Elas podem ser desenvolvidas com os alunos da Educação Infantil ou do 1º e 2º anos.
domingo, 3 de maio de 2015
Atividades de matemática: Sequência numérica e antecessor e sucessor.
Atividades de sequência numérica e noção de quantidade.
Esta atividade pode ser incluída com as atividades do Livro Romeu e Julieta.
Para ver a postagem do livro, clique aqui.
Para ver a postagem do livro, clique aqui.
Atividades de sucessor e antecessor.
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Atividades: Formas Geométricas.
Formas Geométricas: atividades para o 1º ano e Educação Infantil.
Fonte: Guia Prático para Professores de Educação Infantil.
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Arte: Releitura, Volpi
Sequência Didática
Festa Junina: Releitura das obras de Alfredo Vopi.
Clique nas imagens para ler e copiar.
Fonte: Guia Prático para professores de Educação Infantil.
Olá! Sei que ainda não é época de Festa Junina, mas junho logo estará chegando, achei essa sequência didática muito criativa, e o professor, a partir dessa tema, pode trabalhar com outros conteúdos como: sequência numérica, noção de quantidade, situações problemas do campo aditivo e multiplicativo e outros.
Gosto muito desta Revista Guia Prático para professores de Educação Infantil, as atividades, além da Educação Infantil, podem ser adaptada para as séries iniciais do Ensino Fundamental, vale a pena frequentar Sebos para comprá-la com um precinho mais acessível.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Atividades para trabalhar com tabela e gráfico.
TABELAS E GRÁFICOS.
O trabalho com tabelas e gráficos deve-se iniciar desde a Educação Infantil, pois faz parte do programa curricular e está presente no dia a dia dos alunos. O professor deve ter atenção em contextualizar as atividades em papel, como essas que estou deixando aqui, por exemplo, não tem sentido, entregar uma atividade xerocada desta do sorvete, sem antes fazer com os alunos uma lista com os sorvestes preferidos da turma, fazer uma tabela com os mais votados e introduzir o gráfico. Só depois, pode-se entregar a atividade para sistematizar e ou avaliar o conteúdo.
Essas atividades podem ser introduzidas em vários conteúdos das séries iniciais, jogos preferido, a idade dos alunos da sala, pontuação dos jogos, animais de estimação e outros. Quando o professor for trabalhar com um determinado tema gerador ou projeto deve pensar se nas atividades é possível explorar tabelas e gráficos.
Fica a dica, espero que gostem, Zélia.
Fonte: A Maneira Lúdica de Ensinar Fatos e Operações - Editora FAPI
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Dicas para o professor cuidar da voz.
Como cuidar bem da sua voz
O cuidado com a voz é importante para o bem-estar do professor e também colabora com a prática pedagógica
Camila Camilo (camila.camilo@fvc.org.br)
Problema e mudança A professora Alexandra Hardt Carlini, do Colégio Piramis, fez um tratamento e mudou seus hábitos em sala após o aparecimento de nódulos na garganta.
O professor faz parte de uma das categorias profissionais que mais se comunicam oralmente durante o trabalho. Todos os dias, fala por várias horas para cerca de 30 pessoas, frequentemente em um ambiente com interferências externas, o que o leva a forçar cada vez mais a voz. Sem entender os sintomas, muitos levam essas situações até o limite, quando as cordas vocais estão feridas, o que interfere na rotina de trabalho.
Segundo Leslie Ferreira, coordenadora do Laboratório de Voz (Laborvox), da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), cerca de 60% dos docentes apresentam sintomas como rouquidão, cansaço ao falar, disfonia e pigarro. Fabiana Zanbom, fonoaudióloga do Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro), acrescenta: "Como há pouca informação sobre o tema, muitos professores não procuram ajuda e a maioria chega ao consultório médico já com alterações de voz". Para ela, a orientação durante a faculdade de Pedagogia e os cursos de licenciatura poderia colaborar para que esse tipo de problema se tornasse menos comum.
Quem já chegou ao limite precisa buscar atendimento médico, mas o melhor caminho é a prevenção. O Ministério da Educação (MEC), no entanto, não tem um programa voltado a evitar os distúrbios vocálicos. E, embora muitas redes de ensino promovam ações nesse sentido, a maior parte delas é pontual e não existe mais. Faltam, portanto, programas permanentes que orientem os educadores.
Para tentar preencher essa lacuna, foi criado em 2011 um grupo de discussão no Ministério da Saúde. A iniciativa não é exclusivamente para escolas e nos próximos meses deve ser lançado um documento com indicações para garantir ambientes de trabalho mais saudáveis e organizados. As orientações incluem, por exemplo, controle de ruído, ventilação correta e espaços para descanso.
Pequenos ajustes
- Mudanças simples em seus hábitos podem colaborar para preservar a sua voz e evitar problemas futuros .
- Sem ruídos Feche as portas e as janelas para ajudar a manter a concentração da turma e poupar sua voz da competição com o ruído que vem da rua e do corredor.
- Postura ereta Ao ficar em pé, você consegue se expressar com mais facilidade e tem um controle maior sobre os alunos. Evitando a bagunça, poupa a voz.
- Ajuda do som Converse com a coordenação da escola para que ela disponibilize microfones a todos que necessitam. Faça acordos com os alunos para eliminar os gritos.
- Longe do quadro Se você usa giz, o pó pode ser inalado e secar sua garganta. Por isso, fale virado para a turma. A atitude também favorece a comunicação com a classe.
- Momentos de pausa Quando os alunos estão fazendo um trabalho em grupos, aproveite para poupar a sua voz para a continuação da aula.
Um santo remédio Tomar água propicia intervalos e hidrata as cordas vocais. Prefira o líquido a pastilhas, que podem fazer mal, em vez de ajudar.
Tem mais no site da Revista Nova Escola, entre e confira.
terça-feira, 14 de abril de 2015
domingo, 12 de abril de 2015
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Literatura Infantil: Abaré
Sugestão de leitura para trabalhar com cultura indígena.
Essas são algumas páginas do livro Abaré.
Este livro veio nas caixas de literatura infantil - PNAIC, enviados pelo MEC. É um livro com imagens lindas sobre a cultura indígena, ele não tem texto escrito, somente imagens, é ótimo para trabalhar com os alunos a cultura dos índios e para que eles percebam que as imagens também é um tipo de texto e conta uma história. O reconto e a produção de texto também são outras atividades de escrita.
domingo, 5 de abril de 2015
Brincadeiras indígenas.
Olá! Esse é um plano de aula que achei no Portal do professor para trabalhar com diversidade cultural, ótimas atividades, vale a pena conferir.
Brincadeiras
Indígenas
Plano de Aula
Tema: Cultura indígena.
Brinquedos e brincadeiras.
Objetivos:
·
Brinquedos e brincadeiras indígenas
·
Conhecer e valorizar as brincadeiras de origem indígena.
·
Compreender e respeitar as regras das brincadeiras.
·
Confeccionar brinquedos.
·
Ler e interpretar textos e imagens.
Duração das
atividades: 2 aulas
Conhecimentos
prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Estratégias e
recursos da aula
ATIVIDADE 1
Professor inicie uma conversa com os
alunos sobre as suas brincadeiras preferidas. Após esse momento, apresente
imagens de crianças indígenas brincando. É importante nesse momento explicar
para os alunos que as nossas brincadeiras fazem parte de uma herança cultural;
aproveite para exemplificar apresentando as brincadeiras das crianças
indígenas. Professor organize uma apresentação de crianças indígenas brincando
para os alunos apreciarem. Durante a conversa e apreciação das imagens chame a
atenção dos alunos destacando as semelhanças com as suas brincadeiras, os
elementos que as crianças indígenas costumam usar para brincar e os lugares
aonde as elas brincam.
ATIVIDADE 2:
Professor por meio de uma apreciação de vídeo as crianças poderão
comparar suas brincadeiras com as das crianças indígenas. Após a exibição
do vídeo, explore oralmente os conhecimentos que as crianças possuem sobre
as brincadeiras que aparecem no vídeo, com as seguintes perguntas:
1. Quem já conhecia,
brincou algumas dessas brincadeiras?
2. Como as crianças
brincam individualmente ou em grupo?
3. Quais são as
regras?
4. É preciso
confeccionar algum brinquedo para se brincar?
5. Onde poderemos
realizar a brincadeira?
Sugestão de vídeos:
ATIVIDADE 3
Professor organize a leitura de textos e imagens sobre as brincadeiras de origem indígena. Cada grupo recebe um texto para fazer a leitura com as regras de uma brincadeira. As crianças deverão ler as regras das brincadeiras e discutir entre elas, para que possam compreender e respeitar as regras, ao realizar as brincadeiras posteriormente. Em seguida, os componentes do grupo irão apresentar a brincadeira para os demais grupos. Sugestão de cartões:
Jogo de gavião:
Todas as crianças, meninos e
meninas, formam uma grande fila, cada um agarrando o corpo do colega da frente
com as mãos. A brincadeira pode começar com a criança mais alta do grupo,
representando o gavião. Este se posta à frente da fila e grita piu. Esse som
representa a chamada do Gavião que quer dizer “estou com fome”. O primeiro
jogador da fila estende a perna direita depois a esquerda para a frente e
pergunta: quer isso? O gavião responde negativamente, repetindo a brincadeira
com cada jogador até chegar à última criança. A está o gavião diz sim e parte
para sua perseguição, correndo para qualquer lado da fila. Os demais jogadores
tentam impedir que o gavião pegue o último da fila, contorcendo a “corrente”
para a esquerda e para direita. Nesse momento os menores acabam caindo no chão,
criando um grande alvoroço. Se o gavião conseguir atingir o seu objetivo, volta
a seu posto para fazer uma nova tentativa. Quando conseguir pegar a presa,
leva-a para um lugar escolhido como seu ninho, prosseguindo o jogo até que o
último da fila tenha sido pego.
Sugestão de Algumas
Brincadeiras:
SOL E LUA - üacü rü tawemüc’ü
Essa brincadeira também é conhecida
em outras localidades com outros nomes como PASSARÁ DE BOMBARÉ. Crianças
dispostas em coluna por um, segurando na cintura do que está à frente. Duas
outras crianças, representando o SOL E A LUA, fazem uma "ponte",
mantendo as mãos dadas acima. Cantando, as crianças passam sob a ponte várias
vezes. Numa das vezes o Sol e a Lua prendem o último ou os dois últimos.
Perguntam-lhe para que lado querem ir. A criança escolhe e vai colocar-se atrás
do Sol ou da Lua. E assim continuam até terminar. Quando todas as crianças
passam, têm-se dois partidos. A duplas mantém os braços dados, e todos
mantêm-se segurando na cintura do colega da frente. Vão puxar-se, para ver que
partido ganhará. Ganhará aquele grupo que conseguir "puxar" o outro.
E puxam várias vezes, marcando ponto para quem consegue derrubar ou
desarticular o outro partido. Nesse jogo vê-se não somente o uso da força.
Surge a questão do poder de decisão, que é colocado em evidência. É dada à
criança a opção de escolha do partido ao qual quer pertencer. Além disso é
também trabalhada a noção de equipe, de conjunto, pois é todo um partido
fazendo força para puxar o outro partido.
CABAS – Mãe
As crianças são divididas em
dois grupos: um de roçadores e outro que representa as cabas. Essas sentam-se
frente à frente numa pequena roda, cada uma segurando na parte de cima da mão
do outro, como se fosse o ninho de cabas. Cantam e balançam as mãos para cima e
para baixo. Os roçadores fazem movimentos com os braços, como se estivessem roçando
sua plantação até chegar próximo ao ninho de caba. Um deles, sem perceber bate
no ninho e as cabas saem a voar e a picar os roçadores. É um salve-se quem
puder.As cabas ou marimbondos são insetos muito comuns nas matas.
GAVIÃO E GALINHA - O’ta i inyu
Uma criança mais forte é escolhida
para ser o gavião, ave forte e comedora de pintinhos. Outra criança representa
a galinha, que fica de braços abertos, tendo atrás de si todos os seus
pintinhos. O gavião corre para tentar comer um dos pintos, mas só pode pegar o
último. A galinha tenta evitar dando voltas e mais voltas, impedindo que o
gavião pegue seu pintinho. O gavião só pode pegar o pinto pelo lado. Não pode
tocar por cima. Quando ele consegue, come o pintinho, ou seja, a criança fica
de fora da brincadeira. Algumas vezes a criança passa a ser também gavião. Essa
é uma brincadeira comum entre as crianças. Quase todos conhecem. Em outra
localidade pode até mudar de nome, mas sempre há a figura do gavião como aquela
fera que vem para comer os pequenos animais que não podem se defender.
MELANCIA – Woratchia
Crianças representam as melancias,
ficando agachadas, em posição grupada, com a cabeça baixa, espalhadas pelo
terreno. Existe o dono da plantação de melancias, que fica cuidando, com dois
cachorros. Existe outro grupo, que representa os ladrões. Os ladrões vêm
devagar, e experimentam as melancias para saber quais estão no ponto de
colheita, batendo com os dedos na cabeça das crianças. Quando encontram uma
melancia boa, enfiam-lhe um saco, e saem correndo com ela. É aí que o cachorro
corre atrás do ladrão para evitar o roubo.
VIDA
Jogo de bola semelhante à
"queimada". Dois partidos, em seus campos. Uma criança lança a bola e
tenta acertar em alguém do outro partido. Se conseguir acertar e a bola cair no
solo, a criança "queimada" sai do jogo.
CURUPIRA
Uma criança fica com os olhos vendados.
A outra vem e faz com que aquela dê três voltas girando. Depois, ela pergunta:
"que tu perdeste"? E ela responde "perdi uma agulha; perdi um
terçado; E todas as crianças fazem suas perguntas. Quando chega a vez da última
criança, esta pergunta-lhe o que o Curupira quer comer. Quando o curupira tira
a venda e vê que não tem a comida que ele pediu, sai correndo atrás das
crianças e todos saem em disparada para não serem apanhados. Quem for apanhado
passa a ser presa do curupira ou vai desempenhar o seu papel.
Disponível em: http://www.motricidade.com/index.php?option=com_content&view=article&id=135:brincadeiras-e-jogos-da-crianca-indigena-da-amazonia-algumas-brincadeiras-da-crianca-tikuna&catid=48:docencia&Itemid=90
acesso em 26 de agosto de 2010.
JOGO DA ONÇA
Este jogo é jogado no chão, com o
tabuleiro traçado na areia. No lugar de peças, os índios utilizam pedras. Uma
pedra representa a onça e outras 14, bem parecidas, representam os cachorros.
Ele é jogado por dois jogadores. Um deles atua como onça, com o objetivo de
capturar os cachorros do adversário. A captura é feita como no jogo de damas. O
jogador que atua com os cachorros tem o objetivo de encurralar a onça e
deixá-la sem possibilidade de movimentação.
Disponível em: http://criancas.uol.com.br/novidades/ult2367u73.jhtm.
Acesso em 26 de agosto de 2010.
ATIVIDADE 4
Professor aproveite para apresentar
as crianças a diversidade dos brinquedos que os povos indígenas usam.
Comente com a turma que as crianças indígenas usam materiais da natureza para
confeccionar seus brinquedos. Proponha a confecção de brinquedos indígenas
usando material natural ou reciclável. Um brinquedo que é bastante comum no
universo das crianças é a peteca, proponha a confecção de uma peteca e a
pesquisa de informações sobre como se brinca de peteca. As crianças irão ler as
informações e destacar as variações da brincadeira da peteca. Em outro momento
organize um campeonato de peteca com os alunos.
Material para confecção da Peteca:
Para confeccionar a peteca escolha
alguns materiais de fácil acesso em sua escola/cidade. Pode-se usar folha de
jornal, papel celofane de cores diversas, tecido, barbante, fita, penas
coloridas, folhas secas grandes, areia, pedras pequenas, sementes, canudos, EVA
etc. Após a escolha do material inicie a confecção da peteca. Recorte em círculo
o papel ou tecido ou outro material para fazer a parte debaixo, coloque no meio
areia ou pedra ou outro e encaixe as penas ou outro material em pé. Depois,
segure a parte de cima e prenda com barbante ou outro.
Outra sugestão:
Recursos Complementares
DICAS DE LIVROS
*O Jogo da Onça e Outras Brincadeiras Indígenas. Antônio Barreto,
Mauricio de Araújo Lima. *PANDA BOOKS.
*Coisas de Índio. Daniel Munduruku.Callis.
Avaliação
Observar se os alunos:
Valorizam as brincadeiras de origem indígena.
Compreendem e respeitam as regras das brincadeiras.
Ler e interpreta imagens.
Fonte: Portal do professor:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=22766http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=22766
Categoria:
Atividade,
Brincadeiras,
Brinquedo,
Diversidade Cultural,
Índios,
Moldes
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