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segunda-feira, 27 de abril de 2015

Atividades: Formas Geométricas.

Formas Geométricas: atividades para o 1º ano e Educação Infantil.




Fonte: Guia Prático para Professores de Educação Infantil.


domingo, 5 de abril de 2015

Brincadeiras indígenas.

Olá! Esse é um plano de aula que achei no Portal do professor para trabalhar com diversidade cultural, ótimas atividades, vale a pena conferir.

Brincadeiras Indígenas

Plano de Aula

Tema:  Cultura indígena.
Brinquedos e brincadeiras.

Objetivos:
·         Brinquedos e brincadeiras indígenas  
·         Conhecer e valorizar as brincadeiras de origem indígena.
·         Compreender e respeitar as regras das brincadeiras.
·         Confeccionar brinquedos.
·         Ler e interpretar textos e imagens.
Duração das atividades: 2 aulas
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Estratégias e recursos da aula
   ATIVIDADE 1
Professor inicie uma conversa com os alunos sobre as suas brincadeiras preferidas. Após esse momento, apresente imagens de crianças indígenas brincando. É importante nesse momento explicar para os alunos que as nossas brincadeiras fazem parte de uma herança cultural; aproveite para exemplificar apresentando as brincadeiras das crianças indígenas. Professor organize uma apresentação de crianças indígenas brincando para os alunos apreciarem. Durante a conversa e apreciação das imagens chame a atenção dos alunos destacando as semelhanças com as suas brincadeiras, os elementos que as crianças indígenas costumam usar para brincar e os lugares aonde as elas brincam.


  



ATIVIDADE 2:
Professor por meio de uma apreciação de vídeo as crianças poderão comparar suas brincadeiras com as das crianças indígenas. Após a exibição do vídeo, explore oralmente os conhecimentos que as crianças possuem sobre as brincadeiras que aparecem no vídeo, com as seguintes perguntas:
1.    Quem já conhecia, brincou algumas dessas brincadeiras?
2.    Como as crianças brincam individualmente ou em grupo?
3.    Quais são as regras?
4.    É preciso confeccionar algum brinquedo para se brincar?
5.    Onde poderemos realizar a brincadeira?

Sugestão de vídeos:

ATIVIDADE 3 

Professor organize a leitura de textos e imagens sobre as brincadeiras de origem indígena. Cada grupo recebe um texto para fazer a leitura com as regras de uma brincadeira. As crianças deverão ler as regras das brincadeiras e discutir entre elas, para que possam compreender e respeitar as regras, ao realizar as brincadeiras posteriormente.  Em seguida, os componentes do grupo irão apresentar a brincadeira para os demais grupos. Sugestão de cartões:





Jogo de gavião:

 Todas as crianças, meninos e meninas, formam uma grande fila, cada um agarrando o corpo do colega da frente com as mãos. A brincadeira pode começar com a criança mais alta do grupo, representando o gavião. Este se posta à frente da fila e grita piu. Esse som representa a chamada do Gavião que quer dizer “estou com fome”. O primeiro jogador da fila estende a perna direita depois a esquerda para a frente e pergunta: quer isso? O gavião responde negativamente, repetindo a brincadeira com cada jogador até chegar à última criança. A está o gavião diz sim e parte para sua perseguição, correndo para qualquer lado da fila. Os demais jogadores tentam impedir que o gavião pegue o último da fila, contorcendo a “corrente” para a esquerda e para direita. Nesse momento os menores acabam caindo no chão, criando um grande alvoroço. Se o gavião conseguir atingir o seu objetivo, volta a seu posto para fazer uma nova tentativa. Quando conseguir pegar a presa, leva-a para um lugar escolhido como seu ninho, prosseguindo o jogo até que o último da fila tenha sido pego.


Sugestão de Algumas Brincadeiras:

SOL E LUA - üacü rü tawemüc’ü

Essa brincadeira também é conhecida em outras localidades com outros nomes como PASSARÁ DE BOMBARÉ. Crianças dispostas em coluna por um, segurando na cintura do que está à frente. Duas outras crianças, representando o SOL E A LUA, fazem uma "ponte", mantendo as mãos dadas acima. Cantando, as crianças passam sob a ponte várias vezes. Numa das vezes o Sol e a Lua prendem o último ou os dois últimos. Perguntam-lhe para que lado querem ir. A criança escolhe e vai colocar-se atrás do Sol ou da Lua. E assim continuam até terminar. Quando todas as crianças passam, têm-se dois partidos. A duplas mantém os braços dados, e todos mantêm-se segurando na cintura do colega da frente. Vão puxar-se, para ver que partido ganhará. Ganhará aquele grupo que conseguir "puxar" o outro. E puxam várias vezes, marcando ponto para quem consegue derrubar ou desarticular o outro partido. Nesse jogo vê-se não somente o uso da força. Surge a questão do poder de decisão, que é colocado em evidência. É dada à criança a opção de escolha do partido ao qual quer pertencer. Além disso é também trabalhada a noção de equipe, de conjunto, pois é todo um partido fazendo força para puxar o outro partido.

CABAS – Mãe

 As crianças são divididas em dois grupos: um de roçadores e outro que representa as cabas. Essas sentam-se frente à frente numa pequena roda, cada uma segurando na parte de cima da mão do outro, como se fosse o ninho de cabas. Cantam e balançam as mãos para cima e para baixo. Os roçadores fazem movimentos com os braços, como se estivessem roçando sua plantação até chegar próximo ao ninho de caba. Um deles, sem perceber bate no ninho e as cabas saem a voar e a picar os roçadores. É um salve-se quem puder.As cabas ou marimbondos são insetos muito comuns nas matas.

GAVIÃO E GALINHA - O’ta i inyu

Uma criança mais forte é escolhida para ser o gavião, ave forte e comedora de pintinhos. Outra criança representa a galinha, que fica de braços abertos, tendo atrás de si todos os seus pintinhos. O gavião corre para tentar comer um dos pintos, mas só pode pegar o último. A galinha tenta evitar dando voltas e mais voltas, impedindo que o gavião pegue seu pintinho. O gavião só pode pegar o pinto pelo lado. Não pode tocar por cima. Quando ele consegue, come o pintinho, ou seja, a criança fica de fora da brincadeira. Algumas vezes a criança passa a ser também gavião. Essa é uma brincadeira comum entre as crianças. Quase todos conhecem. Em outra localidade pode até mudar de nome, mas sempre há a figura do gavião como aquela fera que vem para comer os pequenos animais que não podem se defender.

MELANCIA – Woratchia

Crianças representam as melancias, ficando agachadas, em posição grupada, com a cabeça baixa, espalhadas pelo terreno. Existe o dono da plantação de melancias, que fica cuidando, com dois cachorros. Existe outro grupo, que representa os ladrões. Os ladrões vêm devagar, e experimentam as melancias para saber quais estão no ponto de colheita, batendo com os dedos na cabeça das crianças. Quando encontram uma melancia boa, enfiam-lhe um saco, e saem correndo com ela. É aí que o cachorro corre atrás do ladrão para evitar o roubo.

 VIDA 

Jogo de bola semelhante à "queimada". Dois partidos, em seus campos. Uma criança lança a bola e tenta acertar em alguém do outro partido. Se conseguir acertar e a bola cair no solo, a criança "queimada" sai do jogo.

CURUPIRA

Uma criança fica com os olhos vendados. A outra vem e faz com que aquela dê três voltas girando. Depois, ela pergunta: "que tu perdeste"? E ela responde "perdi uma agulha; perdi um terçado; E todas as crianças fazem suas perguntas. Quando chega a vez da última criança, esta pergunta-lhe o que o Curupira quer comer. Quando o curupira tira a venda e vê que não tem a comida que ele pediu, sai correndo atrás das crianças e todos saem em disparada para não serem apanhados. Quem for apanhado passa a ser presa do curupira ou vai desempenhar o seu papel.


JOGO DA ONÇA

Este jogo é jogado no chão, com o tabuleiro traçado na areia. No lugar de peças, os índios utilizam pedras. Uma pedra representa a onça e outras 14, bem parecidas, representam os cachorros. Ele é jogado por dois jogadores. Um deles atua como onça, com o objetivo de capturar os cachorros do adversário. A captura é feita como no jogo de damas. O jogador que atua com os cachorros tem o objetivo de encurralar a onça e deixá-la sem possibilidade de movimentação.

Disponível em: http://criancas.uol.com.br/novidades/ult2367u73.jhtm. Acesso em 26 de agosto de 2010. 

ATIVIDADE 4 

Professor aproveite para apresentar as crianças a diversidade dos brinquedos que os povos indígenas usam. Comente com a turma que as crianças indígenas usam materiais da natureza para confeccionar seus brinquedos. Proponha a confecção de brinquedos indígenas usando material natural ou reciclável. Um brinquedo que é bastante comum no universo das crianças é a peteca, proponha a confecção de uma peteca e a pesquisa de informações sobre como se brinca de peteca. As crianças irão ler as informações e destacar as variações da brincadeira da peteca. Em outro momento organize um campeonato de peteca com os alunos.



Material para confecção da Peteca:

Para confeccionar a peteca escolha alguns materiais de fácil acesso em sua escola/cidade. Pode-se usar folha de jornal, papel celofane de cores diversas, tecido, barbante, fita, penas coloridas, folhas secas grandes, areia, pedras pequenas, sementes, canudos, EVA etc. Após a escolha do material inicie a confecção da peteca. Recorte em círculo o papel ou tecido ou outro material para fazer a parte debaixo, coloque no meio areia ou pedra ou outro e encaixe as penas ou outro material em pé. Depois, segure a parte de cima e prenda com barbante ou outro.


Outra sugestão:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/galerias/imagem/0000000967/md.0000010720.jpgo de confecção de petecas:






Recursos Complementares

DICAS DE LIVROS

*O Jogo da Onça e Outras Brincadeiras Indígenas. Antônio Barreto, Mauricio de Araújo Lima. *PANDA BOOKS.
*Coisas de Índio. Daniel Munduruku.Callis.

Avaliação
Observar se os alunos:
 Valorizam as brincadeiras de origem indígena.
Compreendem e respeitam as regras das brincadeiras.
 Ler e interpreta imagens.



Fonte: Portal do professor:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=22766http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=22766


terça-feira, 31 de março de 2015

Quando usar planos, atividades, sequências ou projetos.




Você sabe quando usar planos, atividades, sequências ou projetos?

Para preservar o sentido do conteúdo, evitar sua fragmentação e distribuir os temas em função do tempo de aprendizagem, o ensino pode ser organizado de acordo com as chamadas modalidades organizativas. NOVA ESCOLA utiliza essa abordagem. Abaixo, você confere um resumo sobre cada uma das modalidades:

Plano de aula: Forma de organizar a aula com foco numa atividade específica (leitura exploratório de um texto, resolução de um tipo de um tipo de problema matemático etc.). Como dura apenas uma aula, costuma ser usado para apresentar um conteúdo ou explorar um detalhe dele.

Atenção: Não se esqueça de incluir uma atividade diagnóstica inicial (para verificar os alunos sabem sobre o assunto) e uma avaliação final (para indicar o que aprenderam).

Sequência didáticaConjunto de propostas com ordem crescente de dificuldade. O objetivo é focar conteúdos particulares (por exemplo, a regularidade ortográfica) numa ordenação com começo, meio e fim. Em sua organização, é preciso prever esse tempo e como distribuir as sequências em meio às atividades permanentes e aos projetos. 

Atenção É comum confundir essa modalidade com o trabalho do dia a dia. A questão é: há continuidade? Se a resposta for não, você está usando uma coleção de atividades com a cara de sequência.

Atividade permanente: Também chamada de atividade habitual, é realizada regularmente (todo dia, uma vez por semana ou a cada 15 dias). Ela serve para construir hábitos e familiarizar os alunos com determinados conteúdos. Por exemplo: a leitura diária em voz alta faz com que os estudantes aprendam mais sobre a linguagem e desenvolvam comportamentos leitores.

Atenção: Ao planejar esse tipo de tarefa, é essencial saber o que se quer alcançar, que materiais usar e quanto tempo tudo vai durar. Vale sempre contar para as crianças que a atividade em questão será recorrente. 


Projeto didático: Reunião de atividades que se articulam para a elaboração de um produto final forte, em que podem ser observados os processos de aprendizagem e os conteúdos aprendidos pelos alunos. Costuma partir de um desafio ou situação-problema. Trabalhados com uma frequência diária ou semanal, podem estender-se por períodos relativamente prolongados (um ou dois meses, por exemplo), tornando os alunos especialistas num determinado tema.

Atenção: O erro mais comum é um certo descaso pelo processo de aprendizagem, com um excessivo cuidado em relação à chamada culminância (a elaboração do produto final).  


Direto do site da revista, quando usar projetos, atividades permanentes e sequências didática para trabalhar leitura e produção de texto.

Quando usar projetos, atividades permanentes e sequências didáticas

Projetos
Além de oferecer, como já assinalamos, contextos nos quais a leitura ganha sentido e aparece como uma atividade complexa cujos diversos aspectos se articulam ao se orientar para a realização de um propósito – permitem uma organização muito flexível do tempo: segundo o objetivo que se persiga, um projeto pode ocupar somente uns dias, ou se desenvolver ao longo de vários meses. Os projetos de longa duração proporcionam a oportunidade de compartilhar com os alunos o planejamento da tarefa e sua distribuição no tempo: uma vez fixada a data em que o produto final deve estar elaborado, é possível discutir um cronograma retroativo e definir as etapas que será necessário percorrer, as responsabilidades que cada grupo deverá assumir e as datas que deverão ser respeitadas para se alcançar o combinado no prazo previsto. Por outro lado, a sucessão de projetos diferentes – em cada ano letivo e, em geral, no curso da escolaridade – torna possível voltar a trabalhar sobre a leitura de diferentes pontos de vista, para cumprir diferentes propósitos e em relação a diferentes tipos de texto.

Atividades permanentes
Atividades que se reiteram de forma sistemática e previsível uma vez por semana ou por quinzena, durante vários meses ou ao longo de todo o ano escolar, oferecem a oportunidade de interagir intensamente com um gênero determinado em cada ano da escolaridade e são particularmente apropriadas para comunicar certos aspectos do comportamento leitor. (...) As atividades habituais (ou permanentes) também são adequadas para cumprir outro objetivo didático: o de favorecer a aproximação das crianças a textos que não abordariam por si mesmas por causa da sua extensão. Ler cada semana um capítulo de um romance é uma atividade que costuma ser frutífera nesse sentido. A leitura é compartilhada: a professora e os alunos leem alternadamente em voz alta; escolhe-se um romance de aventuras ou de suspense que possa captar o interesse das crianças e se interrompe a leitura em pontos estratégicos, para criar expectativa.

Sequências didáticas
Ler e escrever na escola. O real, o possível e o necessário - Délia Lerner
As sequências de atividades estão direcionadas para se ler com as crianças diferentes exemplares de um mesmo gênero ou subgênero (poemas, contos de aventura, contos fantásticos...), diferentes obras de um mesmo autor ou diferentes textos sobre um mesmo tema. Ao contrário dos projetos, que se orientam para a elaboração de um produto tangível, as sequências incluem situações de leitura cujo único propósito explícito – compartilhado com as crianças – é ler.
Trechos do livro Ler e Escrever na Escola: o Real, o Possível e o Necessário, Délia Lerner, 128 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-3444, 



terça-feira, 17 de março de 2015

Atividades para Educação Infantil.

Atividades para desenvolver raciocínio na Educação Infantil






Fonte: Guia Prático da Educação Infantil - Editora Escala.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Trabalhando com o tema Alimentação no 1º ano.

Essas atividades sobre o tema ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL,  foram trabalhadas com uma turma de 1º ano da professora Luciana Lima, da Escola M. Leonor M. de Held.  Vários conteúdos foram abordados com o tema: contagem, numeração, tabela, letra inicial, escrita espontânea, e outras.

Aqui no blog tem uma postagem sobre um projeto sobre Alimentação saudável, higiene e saúde, confira no link abaixo:








Faz um tempo que não passo por aqui.Voltando com atividades das professoras da nossa escola, onde estou com a coordenação pedagógica. Elas são ótimas e vale a pena mostrar o trabalho delas. Até mais, Zélia,


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Atividades para Alfabetização.








Fonte: Livro Letramento Divertido 6 e 7 anos  vol.1


Essa coleção é muito boa, eu comprei há alguns anos e usei muito quando estava em sala.
São atividades que trabalham com sons das letras e leitura.
Todas as atividades podem ser exploradas em sala de aula, geralmente não faço apenas o que está sendo indicado, incluo atividades como  nº de letras, sílabas e ditado. Enfim, fica a dica. 

terça-feira, 30 de julho de 2013

Atividade com parlenda.

1-) LEIA A  PARLENDA  COM  SUA PROFESSORA   E  PINTE  AS  PALAVRAS  QUE  RIMAM.

REI,
CAPITÃO,
SOLDADO,  LADRÃO.
MOÇO  BONITO
DO MEU CORAÇÃO.

2-) ESCREVA   AS   PALAVRAS  QUE RIMAM.






3-)  COMPLETE    AS   PALAVRAS  COM   AS   LETRAS  QUE  FALTAM.

REI

R ___  I



BONITO

B __  N __ T ___

SOLDADO

__ OL __A D___

CORAÇÃO

C__R__  ÇÃO




4-)  ESCREVA:


LETRA  INICIAL
QUANTAS  VEZES ABRE  A BOCA
QUANTAS  LETRAS
ESCREVA   A  PALAVRA

CAPITÃO





BONITO





REI





MOÇO






5- COMPLETE:

C

O

R

A

Ç

Ã

O



O


A

Ç





Olá! Muito tempo longe do blog.....voltei.
O mês de agosto está chegando, gosto muito de  atividades com parlendas e  folclore, preparei esta atividade para uma professora do 1º ano da escola. 
Parlendas são ótimas para trabalhar com consciência fonológica, espero que seja útil, tchau, Zélia.