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sábado, 7 de setembro de 2013

Canal da Revista Nova Escola no You tube.

Olá Educadores, uma boa dica para vocês.
Muitos vídeos interessantes para nos manter atualizados. Canal no You tube da REVISTA NOVA ESCOLA, vale a pena conferir e assinar.



Fonte: http://www.youtube.com/user/revistanovaescola/videos

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Provinha Brasil 2012


Cerca de 7 milhões de crianças de 8 anos, segundo estimativa do Ministério da Educação (MEC), devem participar no ano que vem da nova versão da Provinha Brasil – que irá avaliar o nível de alfabetização dos estudantes nessa faixa etária. O exame era aplicado a alunos do 2° ano do ensino fundamental e servia como diagnóstico interno para o professor conhecer o nível de aprendizagem de seus alunos, sem divulgação dos resultados. Mas, nesta semana, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou que o exame será reformulado para que se tenha um panorama da alfabetização no país.

A prova será um dos principais instrumentos do futuro programa Alfabetização na Idade Certa, que o MEC pretende lançar. Até este ano, a primeira avaliação “pra valer” que os alunos do ensino fundamental participavam era a Prova Brasil, aplicada no 5° ano, cujos resultados compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador que determina a qualidade de ensino oferecido pelas escolas e pela rede de ensino do país.

Para a diretora executiva do Movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz, é importante avaliar as crianças mais cedo para que possíveis problemas sejam detectados precocemente. “Apoiamos a iniciativa porque para fazer um programa que objetiva alfabetizar as crianças na idade certa é necessário um bom diagnóstico. Para a criança aprender na série seguinte ela tem que estar completamente alfabetizada até o final do 2° ano”, defende Priscila.

No ano passado, o Todos pela Educação aplicou um exame amostral para aferir a alfabetização de alunos da mesma faixa etária. Os resultados da Prova ABC apontaram que mais de 40% dos alunos que concluíram o 3° ano do ensino fundamental não tinham a capacidade de leitura esperada para essa etapa.

Para a União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a mudança no perfil da Provinha Brasil pode ter bons resultados nas redes de ensino, a depender da forma como for organizada. A entidade defende que a prova seja aplicada somente aos alunos do 3° ano e não para os do 2º ano, como era feito até o ano passado. Isso porque no 2° ano a criança teria ainda 7 anos e estaria no meio do processo de alfabetização. O MEC ainda não definiu a amostra, mas o mais provável é que participem da Provinha alunos do 2° e do 3° ano que tenham 8 anos de idade.

“Quando a avaliação é bem utilizada serve para planejar a ação das secretarias e estimula os professores para que busquem novas estratégias”, acredita Cleuza Repulho, presidente da Undime.

O principal indicador educacional do país atualmente, o Ideb, permite atribuir uma nota a cada escola, rede de ensino e estado, além de uma média nacional. O MEC ainda não informou se os resultados da Provinha Brasil chegarão a esse nível de detalhamento – não se sabe, por exemplo, se cada escola terá sua taxa de alfabetização individual.

Priscilla Cruz, do Todos pela Educação, defende que os dados sejam “mais abertos” para que o governo possa pensar em políticas “personalizadas” para as diferentes realidades.

“Isso fará com que o governo possa ter políticas de apoio de acordo com as diferentes situações e não um pacotão pronto, já que a desigualdade educacional é muito acentuada no país. É preciso atuar de forma mais cirúrgica, afinal não temos um 'aluno médio' ou um 'município médio'”, compara.

Fonte:Texto retirado do site 180 graus.




Olá! Eu estava curiosa para saber quando seria enviada para as escolas, a Provinha Brasil - 2012, que seria aplicada aos alunos do 2ºano. Estou novamente na supervisão neste período letivo e minhas preocupações mudaram desde que saí de sala de aula no início de 2011. Antes minhas expectativas estavam em quantos alunos estariam alfabetizados ou não, e o que fazer diante o resultado, agora as expectativas são maiores pois abrange as turmas de EI, 1º e 2º anos.
Então, como estava falando antes, procurando aqui na net, achei este texto sobre o assunto, em um dos trechos fala sobre a possível mudança na  aplicação da Provinha Brasil, vale a pena ler.
Concordo com o pensamento da Undime sobre a provinha ser aplicada aos alunos do 3ºano, porque no 2º ano os alunos ainda estão em processo de alfabetização e também com o corte etário, muito novas.
Na minha escola, tem alunos do 2ºano que completaram 7 anos recentemente. E com a avaliação no início do período letivo do 2ºano  causa uma ansiedade muito grande nas professoras, porque nem todos os alunos saem alfabetizados ao final do 1ºano. 
Bem, vamos esperar para ver o que vai dar...
Tchau!!! Bom feriado!!!! 
  

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Matrícula no 1º anos com 6 anos completos.



Boa noite amigas e amigos educadores, passei por aqui para deixar este artigo que li no UOL Notícias, o Ministério Público do Estado de Pernambuco derrubou a resolução do Conselho Nacional de Educação que determina a idade de mínima de 6 anos para a matrícula no 1ºano do Ensino Fundamental,não sei se vocês concordam comigo, mas eu como professora alfabetizadora, que trabalho com crianças nesta faixa etária, não concordo com isso, para nós, minhas companheiras de trabalho e eu, acreditamos que a criança precisa estar madura para entrar no ensino regular, não podemos "pular" etapas no processo de desenvolvimento das crianças, para quê tanta pressa?
Precisamos nos unir e mostrar para os profissionais de outras áreas, que eles não entendem de maturação infantil, do processo de aprendizagem e desenvolvimento da criança, que um aluno de 5 e 6 anos vai ganhar muito estando na Educação Infantil, aprendendo de forma lúdica.
Sabemos que não é a idade cronológica que determina a maturidade da criança, mas precisamos de um parâmetro,e também que o 1º ano do Ensino Fundamental de 9 anos deveria ser o antigo Pré III, mas não vamos nos enganar, na maioria das escolas, principalmente as particulares, os conteúdos aplicados são os da antiga 1ª série e os alunos acabam ficando sentados durante 4 horas dentro de uma sala de aula.
Ás vezes nos questionamos porque as crianças estão  desinteressadas e indisciplinadas desde as primeiras séries do Ensino Fundamental. Se analisarmos, vamos perceber que a escola é muito desinteressante, e sem novidades para as crianças.
Precisamos rever tudo isso e deixarmos de ser tão ansiosos quando vamos colocar nossos filhos na escola, existe o momento certo para tudo. Leia o artigo e dê a sua opinião.


23/11/2011 - 22h54
Justiça Federal derruba idade mínima de 6 anos para entrar na escola
Amanda Cieglinski, da Agência Brasil, em Brasília (DF)

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A Justiça Federal em Pernambuco determinou a suspensão de resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) que impedia a matrícula de crianças menores de 6 anos no ensino fundamental. O pedido, em caráter liminar, foi feito pelo Ministério Público Federal no Estado.
Segundo o parecer do CNE, aprovado em 2010, o aluno precisa ter 6 anos completos até 31 de março do ano letivo para ser matriculado no 1° ano do ensino fundamental – caso contrário deverá permanecer na educação infantil. Na decisão, o juiz Cláudio Kitner destaca que a resolução “põe por terra a isonomia, deixando que a capacidade de aprendizagem da criança individualmente considerada seja fixada de forma genérica e exclusivamente com base em critério cronológico”.
O magistrado argumentou que permitir que uma criança que completa 6 anos seja matriculada e impedir que outra que faz aniversário um mês depois não o seja “redunda em patente afronta ao princípio da autonomia”. A decisão também questiona a base científica para definição da idade de corte.
De acordo com o CNE, o objetivo da resolução é organizar o ingresso dos alunos no ensino fundamental, já que até então cada rede de ensino fixava uma regra diferente. O colegiado defende que a criança pode ser prejudicada se ingressar precocemente no ensino fundamental sem o desenvolvimento intelectual e social necessário à etapa.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

DIA DO PROFESSOR

PARABÉNS PARA NÓS PROFESSORES


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Não gosto muito deste negócio de reservar um dia do ano para se homenagear alguém, como Dia das mães, da mulher, das crianças. Para mim estes "DIAS" têm mais valor comercial do que sentimental.
Mas hoje, 15 de outubro, data que se comemora o DIA DOS PROFESSORES, acho muito importante refletir sobre este PROFISSIONAL, pelo menos para lembrar, nós professores, governantes e as pessoas de modo geral, da importância desta profissão, que num passado recente, era reverenciado, respeitado, tida como a profissão que formava a criança para ser o cidadão do futuro, que reforçava os valores familiares, que era admirado e apoiado pela família do educando.
E agora, na era da tecnologia, das grandes descobertas científicas, de tantas informações jogadas pelas mídias, a imagem do professor foi se diluindo e mesmo confundida... . Alguns o vêem como apenas cuidador dos seus pequenos filhos, que está ali para cuidar das necessidades básicas da criança. outros o enxergam como profissional que DEVE se encarregar de transmitir cultura e princípios familiares, que outrora vinha do berço, dos seus responsáveis.
Esse dia deve servir para refletir sobre o nosso papel dentro da sociedade, nós devemos sim, fazer parte da esfera educacional, junto com a família, com o ESTADO e com a sociedade. Não podemos ser os únicos responsáveis por algo tão importante que é formar o ser humano. Principalmente em um momento em que a sociedade GRITA com medo de tudo, não temos mais segurança nas ruas ou dentro de quatro paredes, vivemos trancados dentro de grades com MEDO da insegurança, e da irracionalidade que esta dominando o HOMEM.
Este homem que veio de uma família, de uma comunidade, da responsabilidade de um governo eleito pelo povo e também da escola, somos TODOS responsáveis por este indivíduo, A ESCOLA não é a única. Onde está o governo que tanto fala de inclusão na educação e exclui o tempo todo seus governados. E a família que na ânsia de dar os suprimentos básicos para a sobrevivência de seus filhos, está esquecendo do mais importante, que é ensinar a se amar e amar o seu próximo, que é respeitar os outros como gostaria de ser respeitado, mostrar aos filhos as consequências de seus atos. E nós EDUCADORES, a partir daí, desta base familiar, reservar um GRANDE tempo do nosso planejamento diário, para falar de amor, respeito, igualdade, de DEUS aos nossos alunos, deixar de lado tantos conteúdos enfadonhos e trabalhar com eles sobre a vida, como enfrentá-la com dignidade e sabedoria.
Bem, acho que escrevi demais, não foi desabafo porque todos nós educadores ou não, conhecemos todos os problemas que cercam a vida do ser humano e estamos desesperados para melhorar tudo isto, para podermos sair sem ter medo de não voltar para a nossa família, de deixar nossos filhos na escola sem ter medo dele levar uma bala perdida, ou do seu amiguinho levar uma arma para a escola, e nós professores de poder ensinar, sem apanhar(ou coisa pior) dentro da escola. Nós todos queremos voltar a viver e de preferência sem precisar tomar "fluxetina" ou "sertralina" para conseguir ir trabalhar.
Beijos e UM ÓTIMO DIA DO PROFESSOR para você.

Governantes do nosso País, mais atenção com as séries iniciais do Ensino Fundamental.

Estudos revelam que as séries iniciais do Ensino Fundamental é decisiva para um melhor aproveitamento no Ensino Superior.


29/09/2010 - 13h02
Ensino fundamental é decisivo para superior, diz estudo

As quatro primeiras séries do ensino fundamental são as mais decisivas para que os estudantes do ensino superior de um Estado demonstrem melhor aproveitamento. Segundo pesquisa realizada pelo Insper (ex-Ibmec-SP), por apresentar maior potencial de melhorias,
é o primeiro ciclo que deve merecer mais atenção por parte dos gestores ou do governo.


A pesquisa tem o objetivo de mostrar em que níveis da educação básica nos quais mais esforços devem ser concentrados para que a eficiência das instituições de ensino seja melhorada. A ideia foi medir o impacto que o ensino básico tem no superior, por região do País.


A Região Sul foi a que obteve o melhor resultado - portanto, é a que apresenta as instituições de ensino mais eficientes na relação entre o desempenho do ensino básico e a qualidade do ensino superior: 97,2% de aproveitamento. A Região Nordeste é a pior, com 64,9%. A Região Sudeste obteve 87,3%; a Centro-Oeste, 75,3%; e a Norte, 65,6%. A pesquisa considerou como premissa os alunos terem cursado o ensino básico e o superior no mesmo Estado.


Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores fizeram cálculos estatísticos com dados das 27 unidades federativas. Foram utilizados dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) - que mede o fluxo escolar e apresenta médias de desempenho dos anos iniciais e finais do ensino fundamental e do ensino médio - e um produto representado pela média do Índice-Geral de Cursos da Instituição (IGC), o indicador de qualidade das instituições de ensino superior do Ministério da Educação.


"São as turmas de 1.ª a 4.ª série que merecem mais atenção. Os investimentos no ensino superior têm sido maiores que no ensino básico", afirma Maria Cristina Gramani, uma das autoras do estudo. "Um fato relevante que mostra como o primeiro ciclo precisa de mais investimentos é o próprio salário dos professores, menor que o daqueles que dão aula para classes de 5.ª a 8.ª." Para Maria Cristina, a Região Sul obteve a melhor posição porque seus Estados têm redes menores e apresentam políticas educacionais mais consistentes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/09/29/ensino-fundamental-e-decisivo-para-superior-diz-estudo.jhtm

Fonte: Site do UOL-Educação;