terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Atividades permanentes com o nome da criança.

Atividades permanentes para trabalhar com nome próprio e da sala



Introdução 
Por que trabalhar com os nomes próprios? As crianças que estão se alfabetizando podem e devem aprender muitas coisas a partir de um trabalho intencional com os nomes próprios da classe.



Objetivos 
Estas atividades permitem às crianças as seguintes aprendizagens: 
- Diferenciar letras e desenhos; 
- Diferenciar letras e números; 
- Diferenciar letras, umas das outras; 
- A quantidade de letras usadas para escrever cada nome; 
- Função da escrita dos nomes: para marcar trabalhos, identificar materiais, registrar a presença na sala de aula (função de memória da escrita) etc; 
- Orientação da escrita: da esquerda para a direita; 
- Que se escreve para resolver alguns problemas práticos; 
- O nome das letras; 
- Um amplo repertório de letras (a diversidade e a quantidade de nomes numa mesma sala); 
- Habilidades grafo-motoras; 
- Uma fonte de consulta para escrever outras palavras. 

O nome próprio tem uma característica: é fixo, sempre igual. Uma vez aprendido, mesmo a criança com hipóteses não alfabéticas sobre a escrita não escreve seu próprio nome segundo suas suposições, mas, sim, respeitando as restrições do modelo apresentado. As atividades com os nomes próprios devem ser seqüenciadas para que possibilitem as aprendizagens mencionadas acima. Uma proposta significativa de alfabetização, aquela que visa formar leitores e escritores, e não mero decifradores do sistema, não pode pensar em atividades para nível 1, nível 2, nível 3... 




É preciso considerar: 



· Os conhecimentos prévios das crianças. 
· O grau de habilidade no uso do sistema alfabético. 
· As características concretas do grupo. 
· As diferenças individuais. 

Conteúdos 
Leitura e escrita de nomes próprios 

Tempo estimado 
Um mês 

Materiais necessários 
- Folhas de papel sulfite com os nomes das crianças da classe impressos 
- Etiquetas de cartolina de 10cm x 6cm (para os crachás) 
- Folhas de papel craft, cartolina ou sulfite A3 

Organização da sala 

Cada tipo de atividade exige uma determinada organização: 

- Atividades de identificação das situações de uso dos nomes: trabalho com a sala toda. 
- Identificação do próprio nome: individual. 
- Identificação de outros nomes: sala toda ou pequenos grupos. 

Desenvolvimento das atividades 
1. Selecione situações em que se faz necessário escrever e ler nomes. Alguns exemplos: Escrever o nome de colegas para identificar papéis, cadernos, desenhos (pedir que as crianças distribuam tentando ler os nomes). Lista de chamada da classe. Ler cartões com nomes para saber em que lugar cada um deve sentar; para saber, quem são os ajudantes do dia, etc. 

2. Peça a leitura e interpretação de nomes escritos. 

3. Prepare oralmente a escrita: discuta com as crianças, se necessário, qual o nome a ser escrito dependendo da situação. Se for para identificar material da criança, use etiquetas; para lista de chamada use papel sulfite ou papel craft. 

4. Seja bem claro nas recomendações: explicite o que deverá ser escrito, onde fazê-lo e como, que tipo de letra usar, etc 

5. Peça a escrita dos nomes: com e sem modelo.



Objetivos
Ao final das atividades, a criança deve: 

- Reconhecer as situações onde faz sentido utilizar nomes próprios: para etiquetar materiais, identificar pertences, registrar a presença em sala de aula (chamada), organizar listas de trabalho e brincadeiras, etc. 
- Identificar a escrita do próprio nome. 
- Escrever com e sem modelo o próprio nome. 
- Ampliar o repertório de conhecimento de letras. 
- Interpretar as escritas dos nomes dos colegas da turma. 
- Utilizar o conhecimento sobre o próprio nome e o alheio para resolver outros problemas de escrita, tais como: quantas letras usar, quais letras, ordem da letras etc e interpretação de escritas. 

Identificação de situações onde se faz necessário escrever e ler nomes. Aproveite todas as situações para problematizar a necessidade de escrever nomes. 

Situação 1- Recolhendo material. Questione as crianças como se pode fazer para que se saiba a quem pertence cada material. Ouça as sugestões. Distribua etiquetas para as crianças e peça que cada uma escreva seu nome na sua presença. Chame atenção para as letras usadas, a direção da escrita, a quantidade de letras, etc. 

Situação 2 - Construindo um crachá. Questione as crianças como os professores podem fazer para saber o nome de todas nos primeiros dias de atividade. Ajude-as a concluir sobre a função do uso de crachás. Distribua cartões com a escrita do nome de cada uma que deverá ser copiado nos crachás. Priorize neste momento a escrita com a letra de imprensa maiúscula (mais fácil de reprodução pela criança). Solicite o uso do crachá diariamente. 

Situação 3 - Fazendo a chamada Lance para a classe o problema: como podemos fazer para não esquecer quem falta na aula? 

Observações: todas essas situações e outras têm como objetivo que as crianças recorram à escrita dos nomes como solução para problemas práticos do cotidiano. 

Identificação do próprio nome 

Dê para cada criança um cartão com o nome dela. 
- Apresente uma lista com todos os nomes da classe. Escreva todos os nomes com letra de imprensa maiúscula. Nesse tipo de escrita, é mais fácil para a criança identificar os limites da letra, o que também deixa a grafia menos complicada. 
- Peça que localizem na lista da sala o próprio nome. O cartaz com essa lista pode ser grande e ser fixado em local visível. 
- Peça para cada um montar o próprio nome, usando letras móveis (que podem ser adquiridas ou confeccionadas). 
- Inicialmente realize esta atividade a partir de um modelo (crachá com o nome) e depois sem modelo, usando o modelo para conferir a escrita produzida. Identificação de outros nomes da classe

Apresente uma lista com os nomes das crianças da classe. 

Cada criança poderá receber uma lista impressa ou colocar na classe uma lista grande confeccionada em papel craft. Você poderá, também, usar as duas listas: as individuais e a coletiva. 

Atividade 1- Ditado 
Dite um nome da lista. Cada criança deverá encontrá-lo na lista que tem em mãos e circulá-lo. Em seguida, peça a uma criança que escreva aquele nome na lousa. Peça a elas que confiram se circularam o nome certo. Para que essa atividade seja possível a todas é importante fornecer algumas ajudas. Diga a letra inicial e final, por exemplo. 

Atividade 2 - Fazendo a chamada 
Entregue a lista de chamada das crianças da sala. Peça que as crianças digam os nomes das crianças ausentes e que circulem esses nomes. Siga as mesmas orientações da atividade 1, no tocante às ajudas necessárias para a realização da tarefa. 

Atividade 3 - Separando nomes de meninas e meninos 
Apresente a lista da chamada da classe. Peça para as crianças separarem em duas colunas: nomes das meninas e nomes dos meninos. 

Observação: em todas estas atividades é importante chamar a atenção para a ordem alfabética utilizada nas listas. Este conhecimento: nomeação das letras do alfabeto é importante para ajudar a criança a buscar a letra que necessita para escrever. Em geral as crianças chegam à escola sabendo "dizer" o alfabeto, ainda que não associando o nome da letra aos seus traçados. Aproveite esse conhecimento para que possam fazer a relação entre o nome da letra e o respectivo traçado. 

Avaliação 
É importante observar e registrar os avanços das crianças na aquisição do próprio nome e no reconhecimento dos outros nomes. Tratando-se de uma informação social - a escrita dos nomes -, é preciso observar se as crianças fazem uso dessa informação para escrever outras palavras. A escrita dos nomes é uma informação social, porque é uma aprendizagem não escolar. Dependendo da classe social de origem da criança, ele já entra na escola com este conhecimento: como se escreve o próprio nome e quais as situações sociais em que se usa a escrita do nome. Para crianças que não tiveram acesso a essa informação a escola deve cumprir esse papel. 

Sugerimos uma planilha de observação de nove colunas, contendo os seguintes campos: 

1. Nome da criança 
2. Escreve sem modelo? 
3. Usa grafias convencionais? 
4. Utiliza a ordem das letras? 
5. Conhece os nomes das letras? 
6. Reconhece outros nomes da classe? 
7. Escreve outros nomes sem modelo? 
8. Utiliza as letras convencionais na escrita dos nomes? 
9. Utiliza o conhecimento sobre os nomes para escrever outras palavras? 

Observação: A partir do registro na planilha acima é possível ter uma visão das necessidades de investimento com cada criança e também das necessidades coletivas de trabalho com a classe. 

Atividades complementares 
- Pesquisa sobre a origem do nome (pesquisa com os familiares) 
- Análise de fotos antigas e atuais da criança. 
- Montagem de uma linha do tempo da criança a partir das fotos trazidas.



Quer saber mais?
BIBLIOGRAFIA
Tolchinsky, Liliana . 1998 . Aprendizagem da Linguagem escrita. Editora Ática. 
Teberosky, Ana. 1994. Aprendendo e escrever. Editora Ática. 1990. Psicopedagogia da Linguagem escrita. Editora Unicamp 1990. Reflexões sobre o ensino da leitura e da escrita. Editora Unicamp. 
Ferreiro, E & Teberosky A. 1984. Psicogênese da língua escrita. Artes Médicas. 
Curto, L&Morilllo, M&Teixidó, M - Escrever e ler - volumes 1 e 2. Artes Médicas. 
Fonte: Site da Revista Nova Escola.
Suzana Mesquita
Professora, coordenadora pedagógica e formadora de professores.


Boa noite, estava no site da revista Nova Escola e achei essa sequência de atividades para trabalhar com o nome da criança e dos colegas em sala.
As sugestões de atividades são ótimas. Já trabalhei em sala de aula com muitas delas e realmente o nome da criança e da sala, é uma referência muito importante para a ela e o processo de alfabetização pode começar aí, desde o início e no decorrer do ano letivo.
Leia com atenção, vale a pena, são atividades fáceis  e   que trazem ótimos resultados.

Beijos e até mais, Zélia. 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Agradecimentos.



Olá! Passei por aqui para deixar uma mensagem para os seguidores do blog e visitantes que me deixam recados carinhosos e estimulantes.
Fico muito feliz em saber que o Brincando com Cores serve como mais uma ferramenta para auxiliar você, educador, na difícil e gratificante tarefa de "educar".
E é uma pena, que meu ritmo de trabalho, não me permite ser assídua nas postagens, pois logo que iniciei com o blog, fiz muitas postagens, o que enriqueceu o conteúdo do mesmo, mas não estou conseguindo atualizá-lo.  
Quando meu filho Vitor montou esse blog para mim, eu tinha em mente compartilhar atividades, artigos de revistas e tudo que eu tenho acesso com meus companheiros de profissão, os professores, mas não imaginava que o blog se tornaria uma fonte de pesquisa tão frequentada, não apenas por professores, mas também por pais e pessoas que não estão ligados diretamente à educação.  
Agradeço muito por você que vem aqui, me deixar mensagens carinhosas. É uma honra saber que o blog é útil para você.
Me desculpe por não responder os recados, mas quero que saiba, que leio todos eles, e que sua mensagem é muito importante para mim. Por favor, continue deixando sempre um recadinho de incentivo.
Vou fazer o possível para deixar postagens novas para você.



Beijos... Zélia.      

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Atividades para trabalhar com noção de tempo e espaço.



Atividades para desenvolver noção de tempo e espaço.

Clique na imagem para visualizar melhor.


Fonte: Guia Prático para professores de Educação Infantil.

Acho que já falei aqui, mas vou reforçar, está revista é ótima para educadores da Educação Infantil e séries iniciais. Já comprei todos os meses, mas agora dou uma olhadinha na banca para ver se as matérias publicadas me interessam.
Estou de férias na escola, mas estou trabalhando em casa. Vou aproveitar esses dias para fazer algumas postagens, porque depois não tenho tempo pra nada....Tchau!!!!!!!!!!!!! 




Objetivos:
- Trabalhar estruturação espaço temporal, ritmo, percepção auditiva, expressão corporal e dinâmica global.


Faixa etária: a partir de 3 anos.


Material utilizado: giz, bola, bambolê, peteca, baralho.  

sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal pra você!!!



Querido amigo e amiga professor, seguidor do blog e visitante.
Desejo a vocês uma noite de Natal muito feliz, com muito amor e que o ANIVERSARIANTE do dia esteja sempre com você.
Obrigada por fazer parte da minha vida e do BRINCANDO COM CORES, neste ano.
O ANO NOVO está chegando e espero ter  você aqui comigo em 2012.
Que o novo Ano venha com muita saúde e prosperidade para todos nós.
Beijos e até mais, Zélia.




Recados para Orkut

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Como fazer uma avaliação diagnóstica.

Ditado para sondagem na alfabetização

Ano:
1º e 2º ano


Tempo estimado:
Uma aula.


Tematização:
Você deve realizar a primeira sondagem no início do período letivo e, depois, ao fim de cada bimestre, mantendo um registro criterioso do processo de evolução das hipóteses de escrita das crianças. Ao mesmo tempo, é fundamental uma observação cotidiana e atenta do percurso dos alunos.


Introdução:
Nos primeiros dias de aula, o professor alfabetizador tem uma tarefa imprescindível: descobrir o que cada aluno sabe sobre o sistema de escrita. É a chamada sondagem inicial (ou diagnóstico da turma), que permite identificar quais hipóteses sobre a língua escrita as crianças têm e com isso adequar o planejamento das aulas de acordo com as necessidades de aprendizagem.


Tematização:
Por que devemos fazer o diagnóstico inicial das hipóteses de escrita dos alunos? Além de objetivos práticos como a organização de parcerias produtivas de trabalho e o acompanhamento da evolução dos alunos, a realização da sondagem pressupõe um respeito intelectual do professor em relação ao conhecimento do aluno. Significa assumir que os alunos pensam sobre a língua escrita - formulando hipóteses sobre o seu funcionamento - e que é primordial para o desenvolvimento de um bom trabalho conhecer detalhadamente o que eles pensam sobre o sistema alfabético.


Objetivo:
Escrever uma lista de palavras e uma frase, ditadas pelo professor, colocando em jogo todos os conhecimentos disponíveis

Tematização:
A sondagem não é um momento para ensinar conteúdos e sim para o aluno mostrar ao professor o que pensa sobre o sistema alfabético de escrita. Portanto, o único objetivo dessa atividade é fazer com que os alunos escrevam da maneira como acreditam que as palavras devem ser escritas.


Material necessário:
Papel e lápis.


Desenvolvimento:
Atividade deve ser feita individualmente. Chame um aluno por vez e explique que ele deve tentar escrever algumas palavras e uma frase que você vai ditar. Escolha palavras do mesmo campo semântico, como por exemplo: lista das comidas de uma festa de aniversário, frutas, animais etc.


O ditado deve ser iniciado por uma palavra polissílaba, seguida de uma trissílaba, de uma dissílaba e, por último, de uma monossílaba. Ao ditar, NÃO marque a separação das sílabas, pronunciando normalmente as palavras. Após a lista, é preciso ditar uma frase que envolva pelo menos uma das palavras já mencionadas, para poder observar se o aluno volta a escrevê-la de forma semelhante, ou seja, se a escrita da palavra permanece estável mesmo num contexto diferente.

Tematização:
A escolha das palavras do ditado deve ser muito cuidadosa. Evite palavras que tenham vogais repetidas em sílabas próximas, como ABACAXI, por exemplo, por causar um grande conflito para as crianças que estão entrando no Ensino Fundamental, cuja hipótese de escrita talvez faça com que creiam ser impossível escrever algo com duas ou mais letras iguais. Por exemplo: um aluno com hipótese silábica com valor sonoro convencional, que utiliza vogais, precisaria escrever AAAI. Os monossílabos ficam para o fim do ditado. Esse cuidado deve ser tomado porque, no caso de as crianças escreverem segundo a hipótese do número mínimo de letras, poderão se recusar a escrever se tiverem de começar por ele.
Confira 3 sugestões de grupos de palavras e frases para o ditado:


Sugestão 1
CENTOPÉIA
JOANINHA
FORMIGA
MINHOCA
ABELHA
LESMA
GRILO

A FORMIGA MORA NO JARDIM.


Sugestão 2
MUSSARELA
ESCAROLA
TOMATE
PALMITO
PRESUNTO
ALHO
ATUM


COMEMOS PIZZA DE MUSSARELA COM TOMATE.


Sugestão 3
REFRIGERANTE
MORTADELA
PRESUNTO
MANTEIGA
QUEIJO
SUCO
PÃO
NO LANCHE DE HOJE TEREMOS PÃO COM MORTADELA.


Fique atento às reações dos alunos enquanto escrevem e anote o que eles falam, sobretudo de forma espontânea, isso pode ajudar a perceber quais as ideias deles sobre o sistema de escrita.
A cada palavra ditada, peça para que o aluno leia em voz alta o que acabou de escrever.

Tematização:


Pré-silábica, sem variações quantitativas ou qualitativas dentro da palavra e entre as palavras. O aluno diferencia desenhos (que não podem ser lidos) de "escritos" (que podem ser lidos), mesmo que sejam compostos por grafismos, símbolos ou letras. A leitura que realiza do escrito é sempre global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito.


Pré-silábica com exigência mínima de letras ou símbolos, com variação de caracteres dentro da palavra, mas não entre as palavras. A leitura do escrito é sempre global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito.


Pré-silábica com exigência mínima de letras ou símbolos, com variação de caracteres dentro da palavra e entre as palavras (variação qualitativa intrafigural e interfigural). Neste nível, o aluno considera que coisas É imprescindível pedir que a criança leia o que escreveu. Por meio da interpretação dela sobre a própria escrita, durante a leitura, é que se pode observar se ela estabelece ou não relações entre o que escreveu e o que lê em voz alta - ou seja, entre o falado e o escrito - ou se lê aleatoriamente.


Anote em uma folha à parte como o aluno faz a leitura, se aponta com o dedo cada uma das letras, se lê sem se deter em cada uma das partes, se associa aquilo que fala à escrita, em que sentido faz a leitura etc.

Avaliação:
Finalmente, analise qual hipótese de escrita o aluno demonstrou na atividade.
Hipóteses de escrita mais comunsdiferentes devem ser escritas de forma diferente. A leitura do escrito continua global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito.


Silábica com letras não pertinentes ou sem valor sonoro convencional. Cada letra ou símbolo corresponde a uma sílaba falada, mas o que se escreve ainda não tem correspondência com o som convencional daquela sílaba. A leitura é silabada.


Silábica com vogais pertinentes ou com valor sonoro convencional de vogais. Cada letra corresponde a uma sílaba falada e o que se escreve tem correspondência com o som convencional daquela sílaba, representada pela vogal. A leitura é silabada.

Silábica com consoantes pertinentes ou com valor sonoro convencional de consoantes. Cada letra corresponde a uma sílaba falada e o que se escreve tem correspondência com o som convencional daquela sílaba, representada pela consoante. A leitura é silabada.

Silábica com vogais e consoantes pertinentes. Cada letra corresponde a uma sílaba falada e o que se escreve tem correspondência com o som convencional daquela sílaba, representada ora pela vogal, ora pela consoante. A leitura é silabada.


Silábico-alfabética. Este nível marca a transição do aluno da hipótese silábica para a hipótese alfabética. Ora ela escreve atribuindo a cada sílaba uma letra, ora representando as unidades sonoras menores, os fonemas.


Alfabética inicial. Neste estágio, o aluno já compreendeu o sistema de escrita, entendendo que cada um dos caracteres da palavra corresponde a um valor sonoro menor do que a sílaba. Agora, falta-lhe dominar as convenções ortográficas.


Alfabética. Neste estágio, o aluno já compreendeu o sistema de escrita, entendendo que cada um dos caracteres da palavra corresponde a um valor sonoro menor do que a sílaba e também domina as convenções ortográficas.

Fonte: Site da Revista Nova Escola.



Olá, boa noite!
Este artigo do site da REVISTA NOVA ESCOLA, é muito útil para nós professores alfabetizadores.
Ele explica detalhadamente como fazer uma avaliação diagnóstica. Leia vai te ajudar muito, pois esta avaliação é importantíssima para o professor nortear o seu trabalho e o início do período letivo está chegando.
Tchau!!! Zélia.


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Sequência didática de matemática: Formas Geométricas



FORMAS GEOMÉTRICAS


Adivinhação de figuras geométricas. Ilustração: Carlo Giovani






Objetivo Distinguir figuras geométricas, explorando e reconhecendo suas características. 

Ano 
2º e 3º ano.

Tempo estimado 
Seis aulas. 

Material necessário 
Um cartaz com várias figuras desenhadas (veja sugestão na imagem). 

Desenvolvimento:



1ª etapa: Apresente à turma uma coleção com no mínimo cinco figuras. Escolha uma delas e desafie os alunos a descobri-la. Para isso, eles farão perguntas que devem ser respondidas apenas com sim ou não. Provavelmente eles descreverão as características de cada uma com as próprias palavras. Isso exigirá uma análise coletiva mais precisa das propriedades. Anote em um caderno as questões formuladas para retomá-las na próxima etapa. Realize várias rodadas. Em cada uma, reúna uma coleção de figuras para trabalhar determinado tema (se deseja que a garotada identifique os tipos de triângulos em função dos ângulos, mostre a eles vários triângulos retângulos, acutângulos e obtusângulos). 

2ª etapa Depois de três rodadas, retome as perguntas dos alunos e sistematize os conhecimentos que surgiram. Organize a turma em duplas para a discussão, pedindo que identifiquem as indagações que não podem ser respondidas com sim ou não e as reformule. Em quais delas as características abordadas não são suficientes para chegar à resposta? Se alguém pergunta se a figura tem quatro lados e a resposta é sim, é possível ter certeza de qual delas se trata? Estimule-os a investigar mais: "Já sabemos que a figura tem quatro lados. Será que eles são iguais?" Quais colocações permitem descartar elementos do quadro e em que momento do jogo seria mais conveniente formulá-las? A negativa diante da pergunta "É um círculo?" elimina apenas duas figuras. Mas, se o enunciado for mais abrangente ("Tem lados curvos?"), provavelmente mais unidades seriam descartadas. O registro coletivo e individual das conclusões é necessário, assim como a anotação das questões que ajudam a descobrir rapidamente a figura. Com isso, os novos conhecimentos serão aprofundados nas partidas seguintes e todos avançarão na conceitualização. 

3ª etapa Depois de algumas aulas, limite o número de perguntas. Para isso, solicite que os alunos contem quantas foram formuladas até o acerto da figura e compare com as jogadas anteriores. O objetivo é fazer com que a garotada elabore questões mais precisas, com vocabulário específico e considerando características que permitam excluir mais figuras. 

Avaliação 

Proponha atividades individuais semelhantes para que os conhecimentos aprendidos nas etapas anteriores sejam utilizados. 

Fonte: Site da Revista Nova Escola/ Atividade adaptada de situação proposta por Claudia Broitman e Horacio Itzcovich no livroEnsenãr matemática en el nível inicial y en el primer ciclo de la egb (Ed. Paidós)

Olá colegas educadores, ando sem tempo para colocar aqui atividades escaneadas, então nas minhas idas ao site da NOVA ESCOLA, achei esta sequência didática para vocês, vou procurar deixar aqui sempre sequências didáticas das diversas áreas de conhecimentos porque é muito bom para trabalhar com os conteúdos, beijos e até mais, Zélia. 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Matrícula no 1º anos com 6 anos completos.



Boa noite amigas e amigos educadores, passei por aqui para deixar este artigo que li no UOL Notícias, o Ministério Público do Estado de Pernambuco derrubou a resolução do Conselho Nacional de Educação que determina a idade de mínima de 6 anos para a matrícula no 1ºano do Ensino Fundamental,não sei se vocês concordam comigo, mas eu como professora alfabetizadora, que trabalho com crianças nesta faixa etária, não concordo com isso, para nós, minhas companheiras de trabalho e eu, acreditamos que a criança precisa estar madura para entrar no ensino regular, não podemos "pular" etapas no processo de desenvolvimento das crianças, para quê tanta pressa?
Precisamos nos unir e mostrar para os profissionais de outras áreas, que eles não entendem de maturação infantil, do processo de aprendizagem e desenvolvimento da criança, que um aluno de 5 e 6 anos vai ganhar muito estando na Educação Infantil, aprendendo de forma lúdica.
Sabemos que não é a idade cronológica que determina a maturidade da criança, mas precisamos de um parâmetro,e também que o 1º ano do Ensino Fundamental de 9 anos deveria ser o antigo Pré III, mas não vamos nos enganar, na maioria das escolas, principalmente as particulares, os conteúdos aplicados são os da antiga 1ª série e os alunos acabam ficando sentados durante 4 horas dentro de uma sala de aula.
Ás vezes nos questionamos porque as crianças estão  desinteressadas e indisciplinadas desde as primeiras séries do Ensino Fundamental. Se analisarmos, vamos perceber que a escola é muito desinteressante, e sem novidades para as crianças.
Precisamos rever tudo isso e deixarmos de ser tão ansiosos quando vamos colocar nossos filhos na escola, existe o momento certo para tudo. Leia o artigo e dê a sua opinião.


23/11/2011 - 22h54
Justiça Federal derruba idade mínima de 6 anos para entrar na escola
Amanda Cieglinski, da Agência Brasil, em Brasília (DF)

Comentários2
A Justiça Federal em Pernambuco determinou a suspensão de resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) que impedia a matrícula de crianças menores de 6 anos no ensino fundamental. O pedido, em caráter liminar, foi feito pelo Ministério Público Federal no Estado.
Segundo o parecer do CNE, aprovado em 2010, o aluno precisa ter 6 anos completos até 31 de março do ano letivo para ser matriculado no 1° ano do ensino fundamental – caso contrário deverá permanecer na educação infantil. Na decisão, o juiz Cláudio Kitner destaca que a resolução “põe por terra a isonomia, deixando que a capacidade de aprendizagem da criança individualmente considerada seja fixada de forma genérica e exclusivamente com base em critério cronológico”.
O magistrado argumentou que permitir que uma criança que completa 6 anos seja matriculada e impedir que outra que faz aniversário um mês depois não o seja “redunda em patente afronta ao princípio da autonomia”. A decisão também questiona a base científica para definição da idade de corte.
De acordo com o CNE, o objetivo da resolução é organizar o ingresso dos alunos no ensino fundamental, já que até então cada rede de ensino fixava uma regra diferente. O colegiado defende que a criança pode ser prejudicada se ingressar precocemente no ensino fundamental sem o desenvolvimento intelectual e social necessário à etapa.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Textos para alfabetizar.













Olá!!! Que saudades do meu bloguinho!!!!
Queridos e queridas companheiras achei estes textos curtos em uma pasta que tenho no meu PC, amo trabalhar com pequenos textos com meus alunos, então estou deixando alguns para vocês.
Se tiver repetido em outra postagem, me desculpe, mas não tenho muito tempo para conferir.
Aproveitem agora ou no próximo ano.
Eu também pretendo voltar pra sala de aula logo, logo...
Beijos e até mais, Zélia.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

FELICIDADES PROFESSORES!!!



FELIZ DIA DOS PROFESSORES
recado para orkut

Queridos Colegas Professores, desejo muitas felicidades para todos vocês, neste dia e em todos os dias desta árdua profissão, que também nos proporciona muitos momentos gratificantes.
Mesmo sem ter noção, devido a correria dos nossos dias atribulados, tocamos a vida daqueles pequenos com quem passamos tanto tempo todos os dias. Temos que pedir a Deus que nos dê sabedoria, paciência e amor para tocarmos a vida deles de forma positiva, para que possamos acrescentar apenas coisas boas.
Tudo de bom pra vocês, beijos e até mais....  

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Atividades para o FOLCLORE - 2011.

ATIVIDADES PARA TRABALHAR NO MÊS DO FOLCLORE

 Clique na imagem para visualizar

Trava-línguas



Advinhas



Cantigas de ninar - Textos para alfabetizar



Olá queridas visitantes, como dizem, os vivos sempre aparecem...
E trouxe para você atividades para trabalhar no mês do folclore, este tema é ótimo e as crianças gostam muito. Tem muito texto e literatura infantil para ler para a meninada, então vamos lá...
Beijos, Zélia.