Boa tarde!!! Estou postando outras fichas com personagens folclóricos, todas elas estão com várias atividades para serem desenvolvidas em sala de aula e na área aberta da escola, como o pátio e quadra espotiva. As crianças vão gostar, pois não são atividades apenas com papel, mas envolve o corpo todo com jogos e brincadeiras. As outras fichas, estão no marcador: Folclore. Confira.
Clique na imagem para ler e copiar.
Fichas retiradas do encarte da Revista Guia Prático para Professoras de Educação Infantil - nº diversos - Editora Lua.
Aqui está chovendo muito, fazendo um friozinho gostoso, só dá vontade de tirar um cochilo, mas amanhã retornam as aulas e tenho muito o que fazer. Me preparar para a semana, vocês sabem como é, planejamento, atividades e ..... . Tchau!!! Bom restinho de final de semana. Beijos da Zélia.
NOTÍCIA: MEC OFERECE CAPACITAÇÃO PARA PROFESSORES.
Boa Noite, li no site da UOL / Educação está notícia e achei que é uma informação importante para nós educadores. É sobre a formação dos professores que não têm curso superior e os que são formados em outras áreas e estão atuando em sala de aula. Leia, vale a pena nos informar para avisar os amigos que estão precisando participar desta oportunidade oferecida pelo MEC.
25/07/2009 - 20h11
Professores interessados em receber capacitação do MEC já são quase metade das vagas
Da Agência Brasil
Até sexta-feira (24), 47% das 54 mil vagas oferecidas pelo Plano Nacional de Formação de Professores, do MEC (Ministério da Educação), já foram solicitadas. As inscrições terminam no dia 31 de julho. Lançado em maio, o plano pretende qualificar professores de escolas públicas em exercício que não têm curso superior ou atuam em área diferente da qual se formaram. Segundo o ministério, cerca de 600 mil estão nessa situação.
Até 2011, serão oferecidas 331 mil vagas. Para participar, o professor precisa acessar a Plataforma Paulo Freire, site criado exclusivamente para concentrar as informações sobre o plano. O professor deve fazer um cadastro no qual incluirá um pequeno currículo. Após essa etapa, o interessado deve consultar a oferta de graduações e fazer sua pré-inscrição para aquela que deseja cursar. Na fase seguinte, as secretarias municipais e estaduais de Educação serão responsáveis por validar a inscrição e autorizar a participação do professor nos cursos.
Nos primeiros dias após o lançamento da Plataforma Freire, o ritmo de inscrições estava lento, mas cresceu nessa última semana. Na avaliação do secretário de Educação à Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, a evolução está positiva.
O ministério enviou cartilhas para os professores e Bielschowsky conversou pessoalmente com alguns secretários estaduais de Educação. "Não basta fazer o programa, é preciso que as pessoas saibam que
ele existe", afirmou.
O Estado do Rio de Janeiro foi o que registrou maior demanda pelos cursos: mais de 2 mil inscrições para as 790 vagas que serão oferecidas no próximo semestre. O Paraná, Mato Grosso do Sul e o Pará também têm boa participação.
De acordo com o ministério, as instituições de ensino terão que selecionar os candidatos se a demanda for excedente. Quem não for atendido agora poderá participar dos cursos nos próximos semestres.
Bielschowsky ressaltou que as secretarias estaduais e municipais de Educação devem participar ativamente do processo. "As secretarias precisam consolidar essas inscrições, o secretário precisa acompanhar e analisar caso a caso. É preciso ver se aquela formação que o professor pediu coincide com o planejamento e com as necessidades da rede", explicou.
A formação vai atender três perfis diferentes de profissionais: primeira licenciatura para professores que não têm curso superior; segunda licenciatura para aqueles que já são formados, mas lecionam em áreas diferentes da que se graduaram, e a licenciatura para bacharéis que necessitam de complementação para o exercício do magistério. Em alguns estados também existe a possibilidade de formação continuada para professores que já c
oncluíram o ensino superior.
Amanda Cieglinski
Entre no site da UOL - Educação para se manter informado:
Recebi este selinho da Renata Lima do Blog Alfabetizando com Fantasia, agradeço o carinho e pelo desculpas pela demora por postá-lo. A Renata tem um lindo blog para as educadoras da Educação Infantil, visitem o endereço está abaixo:
Achei na Net:Pote de paçoquinhas decorado com EVA.
Boa Noite, como já havia escrito na postagem anterior, a ordem agora é reaproveitar. Encontrei no Blog da Quiane este lindo pote com rosto de boneca de EVA, feito de pote de paçocas, achei criativo e bonito e trouxe aqui para vocês apreciarem também. Visitem o blog dela, tem muita coisa bonita, artesanatos diversos, lembrancinhas, atividades para crianças e outros, confiram clicando abaixo:
Copiei a lista de material e o modo de fazer, caso você queira fazer um também.
Material:
e.v.a (retalhos!!) (colorido e também cor de pele.)
cola de contato
lã
tecido
sianinha, tecido ou o que tiver em casa
semente de açaí,botão ou o que tiver em casa
caneta para retroprojetor 1.0 e 2.0
blush
tinta PVA branca
pinta bolinha ou palito de dente
~Enfeite para o cabelo (usei um botão de joaninha)
Passo a passo:
Recorte o e.v.a cor de pele exatamente na medida superior da tampa da lata. Faça os detalhes dos olhos,boca e nariz com a caneta 1.0 e preencha o espaço de dentro dos olhos com a caneta 2.0. Faça as bochechas com o blush e finalize com os brilhos dos olhos com o palito de dentes e a tinta branca nos olhos e bochecha para iluminar o rostinho.
Dê 20 voltas com a lã para fazer o cabelo e cole no centro do rostinho e decore como desejar.
Para fazer a volta do pote, utilize um pedaço de e.v.a da largura do seu pote, colando sempre com cola de contato.
Depois decore como quiser, no meu pote eu utilizei um pedaço de fita e 2 flores de fuxico no formato Orquidea. No miolo da orquídea eu coloquei uma semente de açaí.
Pra cobrir a propaganda do pote eu coloquei uma outra tira de e.v.a por dentro do pote, mas isso fica ao seu gosto. E também coloquei um disco de e.v.a cor de pele na parte de baixo, mas não sei o porque ainda...deve ser a mania de perfeccionista...rsrsrs
O que acharam do meu potinho?
Será que eu gostei? rsrsrs
bjus amigas!!!
Quiane
Meninas que gostam de EVA, clica no endereço dela que vocês irão encontrar mais coisinhas úteis, lembrancinhas e coisinhas lindas..... Tchau! Boa Noite, Zélia.
A ordem agora é reciclar e estas latinhas são ótimas para organizar várias coisas, tanto na escola como em casa. Na escola eu prefiro os potes plásticos para as crianças manusear, mas também uso as latinhas para guardar jogos, peças pequenas de lego, giz e outras coisinhas....Em casa eu uso para tudo, para guardar aviamentos, peças de biju, materiais da escola e .....
Espero que gostem, eu utilizei tinta PVA, primer para alumínio, verniz acrílico e papel para decoupagem (restos/diversos).
Técnica respingada
Técnica esponjada.
Estas apenas pintei e fiz decoupagem.
Tenho mais algumas latinhas para pintar, agora é esperar um feriado ou um tempinho livre.Logo vou postar o que fiz de fuxico, ficou lindinho!!!!Tchau!!! Boa noite, Zélia.
Hoje estou postando algumas peças que fiz agora nas férias, pintura em madeira e decoupagem eu já faço há alguns anos, e eu sempre que posso faço algumas peças para mim ou para presentear alguém que gosto.
Porta-revistas: Pátina com vela
Está pátina foi feita com vela e lixa, é muito legal fazer e não é difícil.
Esse porta revistas já tenho há uns 3 anos, gosto muito da técnica de pátina, e eu achei que está ficou linda, principalmente pela combinação das cores.
Está técnica é a chuviscada, parece difícil mas não é, só faz uma sujeira... são espirros para todos os lados .... , mas ficou linda, amo essas cores.
É uma delícia fazer decoupagem, principalmente com papel, se você pegar o gosto, nunca mais fica sem fazer uma peça.
Espero que tenha gostado das minhas artes!!! Eu gosto muito de fazer isto, para mim é uma terapia, eu me sinto feliz quando estou criando e pintando ou fazendo qualquer outro tipo de artesanato. Espero poder arrumar sempre um tempo para poder continuar a fazer os meus mimos. Beijos e até mais. Zélia.
NOTÍCIA: MEC ELABORA PROJETO PARA UNIFICAR IDADE PARA INÍCIO NO ENSINO FUNDAMENTAL.
Boa Noite, hoje a tarde li no site da uol/educação está notícia e não podia deixar de postar aqui para vocês, como educadora e mãe aprovo a atitute do MEC de elaborar este projeto unificando a idade dos alunos para o ingresso no 1º ano do Ensino Fundamental de 9 anos. Sou do estado do Paraná e aqui acontece uma polêmica sobre este assunto, a Secretaria de Educação de Londrina determina o ingresso das crianças com 6 anos completos, mas as escolas particulares entram na justiça para garantir o direito das crianças de 5 anos também poderem se matricular no 1º ano na rede particular de ensino.
Como educadora das séries iniciais, tenho experiência na 1ª série (ensino de 8 anos) e no pré 3 (educação infantil), e conheço o perfil destas crianças e sei que elas não podem ser tratadas da mesma forma, com os mesmos conteúdos e metodologias.
Infelizmente o que acaba acontecendo é isto, crianças com apenas 5 anos, sendo alfabetizadas, de forma sistemática, com livros didáticos, sem o direito ao lúdico. As brincadeiras acabam ficando relegadas só para as aulas de Educação Física, o recreio ou para os 10 minutos finais de aula.
Para que está pressa toda gente. Há hora para tudo, eles são apenas crianças. Este apressamento educacional, acaba trazendo sérias consequências, não vou tratar disto agora, pois vários estudiosos já relataram os efeitos disto, o que eu gostaria de deixar aqui registrado é a minha opinião sobre este tema, e a necessidade de nós educadores nos posicionarmos sobre isto.
E como mãe, já passei pelas duas situações, com minha filha Ananda, que desde os 4 anos já ia para a pré-escola(por necessidade),ela fazia 6 anos no final de novembro, e eu a matriculei na 1ª série com 5 anos completos, ela tinha feito 6 anos em novembro, foi frustrante o 1º ano de escolaridade dela, todos os dias era um choro só para ir para a escola, era dor não sei aonde, chorava na escola, queria voltar para o pré, odiava a professora, fiquei quase louca, só depois das férias de julho que ela passou a gostar da escola e graças a Deus, trocou a professora e ela se adaptou com a nova professora e foi alfabetizada.
Já com meu filho Vitor, só coloquei na pré-escola com 6 anos, no pré-3, onde já saiu pré-alfabetizado e quando foi para a 1ª série já iria completar 7 anos, não teve problema nenhum para se adaptar ( ainda mais que a professora dele era eu, hi! hi! hi!).
Leia o artigo:
23/07/2009 - 11h35
MEC elabora projeto para unificar idade de alunos da 1ª série; CNTE indica 6 anos como ideal
O MEC (Ministério da Educação) elabora projeto de lei para unificar a idade de entrada das crianças no ensino fundamental, que passará a ter nove anos de duração, e não mais oito como é atualmente. A proposta pretende reverter decisões de Estados que estão permitindo a matrícula de alunos com 5 anos na nova 1ª série.
Com a expansão do ensino fundamental de oito para nove anos, o Conselho Nacional de Educação indica os 6 anos completos como idade de início nessa etapa, começo da vida escolar obrigatória. Antes disso, para o MEC, a matrícula pode causar prejuízos no amadurecimento e no aprendizado.
Entre os Estados que contrariam a norma nacional estão dois - Paraná e Rio de Janeiro - que aprovaram leis estaduais que permitem matrículas na 1ª série do ensino fundamental de crianças que completem 6 anos até 31 de dezembro. Em São Paulo, o Conselho Estadual de Educação orienta escolas públicas e particulares a matricularem na 1ª série crianças que completem 6 anos até 30 de junho.
O projeto deve ser enviado em agosto ao Congresso, fixando uma data de corte nacional. "É uma questão de amadurecimento das crianças e do direito delas à educação infantil. Isso é sério, porque a infância até 5 anos tem um processo de aprendizagem muito diferente das crianças maiores", diz Maria do Pilar Lacerda, secretária de educação básica do MEC.
O presidente do Conselho Estadual de Educação de São Paulo, Arthur Fonseca Filho, "lamenta" o projeto de lei em elaboração no MEC. "Não acho errado que cada Estado tenha o seu modelo. Essa autonomia está prevista na Constituição e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação", afirma. "Escolhemos a data de 30 de junho porque antes era 31 de dezembro e não queríamos uma mudança radical", completa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.