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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Poema: DIVERSIDADE - Tatiana Belink



DIVERSIDADE

Um é feioso,
Outro é bonito
Um é certinho
Outro, esquisito

Um é magrelo
Outro é e gordinho
Um é castanho
Outro é ruivinho

Um é tranqüilo
Outro é nervoso
Um é birrento
Outro dengoso

Um é ligeiro
Outro é mais lento
Um é branquelo
Outro sardento

Um é preguiçoso
Outro ,animado
Um é falante
Outro é calado

Um é molenga
Outro forçudo
Um é gaiato
Outro é sisudo

Um é moroso
Outro esperto
Um é fechado
Outro é aberto

Um carrancudo
Outro ,tristonho
Um divertido
Outro, enfadonho

Um é enfezado
Outro é pacato
Um é briguento
Outro é cordato

De pele clara
De pele escura
Um ,fala branda
O outro, dura

Olho redondo
Olho puxado
Nariz pontudo
Ou arrebitado

Cabelo crespo
Cabelo liso
Dente de leite
Dente de siso

Um é menino
Outro é menina
(Pode ser grande ou pequenina)

Um é bem jovem
Outro, de idade
Nada é defeito
Nem qualidade

Tudo é humano,
Bem diferente
Assim, assado todos são gente

Cada um na sua
E não faz mal
Di-ver-si-da-de
É que é legal

Vamos, venhamos
Isto é um fato:
Tudo igualzinho
Ai ,como é chato!

Tatiana Belink


Livro para baixar (clique no link abaixo)



Biografia da autora e sugestões de atividades: (clique no link abaixo)



quinta-feira, 9 de abril de 2015

Literatura Infantil: Abaré


Sugestão de leitura para trabalhar com cultura indígena.

Essas são algumas páginas do livro Abaré.







Este livro veio nas caixas de literatura infantil - PNAIC, enviados pelo MEC. É um livro com imagens lindas sobre a cultura indígena, ele não tem texto escrito, somente imagens, é ótimo para trabalhar com os alunos a cultura dos índios e para que eles percebam que as imagens também é um tipo de texto e conta uma história.  O reconto e a produção de texto também são outras atividades de escrita.

  

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Projeto de Leitura: Árvore da leitura.

 Projeto de Leitura: PNAIC








Professores, este projeto está sendo realizado na escola onde sou auxiliar de supervisão, muito bom! 
No blog da escola está mais detalhado o trabalho realizado pela professora Roselaine Sakaguti, 2º anoB. Estou divulgando o trabalho dedicado de nossas professoras.
Entra lá, fica como sugestão para vocês, bjos.


terça-feira, 16 de outubro de 2012

A Loja da Dona Raposa


Dona Raposa está triste porque tem de fechar sua loja. Ela já não sabe o que fazer com os pedidos absurdos dos bichos da floresta: gravata para girafa, calça para centopéia... O que será que vai acontecer?


terça-feira, 8 de maio de 2012

Literatura Infantil: O menino que aprendeu a ver.




Oi! Esse livro é muito bom para ler nas séries iniciais, mostrar para as crianças a diferença que faz quando se aprende a ler. O menino da história passa a ver o mundo de uma maneira diferente quando foi para a escola e descobriu as letras, espero que seja útil. Tchau!!!!

 

terça-feira, 5 de abril de 2011

Livro: O Coelhinho que não era de Páscoa.



                                                                     Download


Olá! Este livro é lá da minha escola, é uma graça, passei no power point para mostrar para as crianças, é uma história longa, mas vale a pena ler e mostrar para os alunos, como sempre a Ruth Rocha escreveu mais uma linda história. O livro conta a vida de um coelhinho que não se contenta de ter a mesma profissão dos irmãos, que segue a tradição da família, coelhos da Páscoa que entregam ovos e decide seguir a sua vontade, sua aptidão, mesmo contra a vontade da família.
Legal!! Baixe o livro e leia para seus alunos e filhos, bjos, Zélia.        

terça-feira, 15 de março de 2011

Como trabalhar com poesia em um sala de alfabetização.

Escuta e oralização de poesias
Bloco de Conteúdo
Língua Portuguesa
Conteúdo
Escuta e Produção Oral
Objetivos

- Brincar com a sonoridade das palavras.
- Ampliar o repertório literário.
- Construir maior conhecimento sobre o gênero literário (poesias).
- Recitar poesias explorando os recursos existentes na oralidade e valorizando os sentimentos que o texto quer transmitir
- Valorizar entonação de voz, fluência, ritmo e dicção como maneiras de articular e aperfeiçoar a oralidade.
- Aprender a expressar-se num grupo.
- Conhecer a prática social de um sarau (e tudo que a envolve) em que as pessoas se reúnem para apreciar e declamar poesias, além de interagir com um público ouvinte.
Conteúdos
- Escuta e producao oral.
- Leitura.
Anos
1º e 2º anos.

Tempo estimado
Quatro meses.

Material necessário

Livros variados de poesias de autores como Cecília Meireles, Cora Coralina, Elias José, Vinícius de Moraes, José Paulo Paes, Eva Furnari, Tatiana Belinky, Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Sérgio Caparelli, Mário Quintana, entre outros.
Flexibilização para deficiência física (cadeirante com pouca mobilidade de membros superiores)
Apoio para livros ou prancha de apoio para cadeira de rodas. Eles podem ser solicitados aos serviços de saúde, organizações e entidades ou serem confeccionados por você. Lembre-se de solicitar à família do aluno orientações gerais para uso de recursos funcionais.

Desenvolvimento
1ª etapa
Acomode os alunos em roda, escolha poesias e leia para a turma. Expresse os sentimentos que aparecem no texto durante sua leitura, como medo, espanto, alegria, tristeza, humor.
Flexibilização para deficiência física (cadeirante com pouca mobilidade de membros superiores)
Organize todos os alunos sentados no chão e posicione o cadeirante junto à parede, usando apoio próprio, se necessário, para mantê-lo confortável e na mesma altura dos colegas.

2ª etapa
Sugira que pesquisem com os pais ou familiares se gostam e conhecem de cor alguma poesia. Crie um mural de poesias a partir destas contribuições e de visitas à biblioteca.
Flexibilização para deficiência física (cadeirante com pouca mobilidade de membros superiores)
Posicione o mural na altura da cadeira de rodas. Oriente outros profissionais da escola a facilitar a acessibilidade em todos os aspectos do espaço físico.

3ª etapa
Faça uma lista com os títulos das poesias preferidas do grupo.


4ª etapa
Proponha ao grupo a idéia de organizar um sarau (apresentação) de poesias. Cada um deve memorizar uma poesia (empreste o livro ou o texto para que possam levar para casa e tenha auxílio de um adulto para decorar). Mesmo que não saiba ler convencionamente, a criança pode estabelecer relações entre o que é falado e o que está escrito, pois tem o texto sabido de cor.

5ª etapa
Promova situações de escrita a partir de algumas poesias. Por exemplo: completar lacunas com as palavras que estiverem faltando, recortar e ordenar versos para formar a poesia, ou, ao contrário, palavras para formar o verso, escrita espontânea de títulos e exploração de rimas (terminação igual das palavras). Os textos memorizados retiram a dificuldade de saber o que escrever fazendo com que as crianças ainda em fase de alfabetização inicial possam pensar somente no como escrever. A tarefa é facilitada, no caso das poesias, pelas rimas e repetições das palavras. Você poderá também promover jogos de leitura relacionando o título da poesia com algum verso, ou o título com o nome do autor, ou alguma ilustração relacionada ao título, sempre a partir de poesias já memorizadas pela garotada.
Flexibilização para deficiência física (cadeirante com pouca mobilidade de membros superiores)
Adeque as atividades gráficas usando recursos próprios, como um teclado de computador adptado. Também é possível substituir o papel por materiais mais grossos para facilitar o manuseio.


6ª etapa
Promova a produção de um folder para ser distribuído no dia do sarau. Você poderá propor a escrita das poesias em duplas. Neste caso, as crianças com hipóteses mais avançadas podem ser as responsáveis pela escrita e as demais responsáveis por ditar o texto a ser escrito. É importante prever situações de revisão da escrita (para que as crianças possam avançar em suas produções) e porque o folder precisará estar com a escrita convencional uma vez que será distribuído ao público.


7ª etapa
Grave ou filme as declamações em sala e promova tematizações.

8ª etapa
Apresente a gravação. As crianças devem fazem uma autoavaliação quanto à entonação e expressão de voz, à fluência, ao ritmo e à dicção, além de buscar estratégias para aperfeiçoar a apresentação.
Flexibilização para deficiência física (cadeirante com pouca mobilidade de membros superiores)
Quando o aluno tiver alteração na motricidade oral e sua expressão não atender a esses quesitos, incentive a participação dele com expressões corporais ou então reduza o tamanho do texto, propondo um verso em coro ou algumas palavras de uma estrofe em evidência,numa parceria com colegas ou com você.

Produto final
Sarau de poesias com a participação dos alunos, professores, pais e familiares (que façam a inscrição com antecedência) e folder que contenha as poesias escritas.

Avaliação
Ao final do projeto espera-se que as crianças sejam capazes de reconhecer características do texto poético (divisão em versos e estrofes e rimas, por exemplo), se expressarem e se apresentarem em público, de maneira eficaz e adequada, transmitindo sentimento da poesia apresentada.

Fonte: site da Revista Nova Escola

sábado, 28 de novembro de 2009

Um lindo conto para nós e para as crianças.

CONTO: PARA CONTAR ESTRELAS



Olá!!! Boa noite, já estava com saudades de você. Até que enfim estou postando este lindo conto que li já há algum tempo na Revista Nova Escola e me apaixonei por ele, e tenho certeza que você também vai amar, pela doçura que este texto passa para nós leitores. Foi por isso que no título da postagem eu coloquei que é um conto para nós adultos, e também para os nossos pequenos, filhos e alunos. Leia, o autor foi muito feliz ao escrevê-lo, pois ele conseguiu passar a inocência da criança, a falta de tato dos adultos por motivos diversos e principalmente a sabedoria dos idosos, nossos doces e maravilhosos avós.

Eu não pude "aproveitar", pois quando nasci, meus avós já não estavam mais aqui, mas pude vivenciar o amor que meus filhos aproveitaram e ainda aproveitam dos seus maravilhosos vovôs e vovós, graças á Deus.




BEIJOS E UM ÓTIMO FINAL DE SEMANA, ZÉLIA.






CONTO: PARA CONTAR ESTRELAS



_ PAI, COMO É QUE A GENTE CONTA ESTRELAS DO CÉU? PERGUNTOU LELÊ. O PAI BAIXANDO O JORNAL, FOI LOGO FAZENDO POSE DE EXPLICAÇÃO.
_ BEM, EXISTEM EQUIPAMENTOS ESPECIAIS PARA ISSO. ELES TIRAM FOTOS DO CÉU E FAZEM MEDIÇÕES. E TEM O HUBBLE, QUE É O BAMBAMBÃ DOS TELESCÓPIOS! MAS SÓ OS CIENTISTAS PODEM USÁ-LO. ENTÃO, CADA UM CONTA COM O QUE CONTA À MÃO.
_ AH! DISSE LELÊ COM ADMIRAÇÃO, MESMO SEM TER ENTENDIDO MUITO BEM (ELE AINDA ESTAVA NO SEGUNDO ANO).
A MÃE O CHAMOU NA COZINHA PARA UM LANCHE. ELE SE SENTOU À MESA PENSANDO AINDA NO QUE O PAI TINHA DITO. DECIDIU PERGUNTAR PARA ELA TAMBÉM.
_ ISSO SEU PAI DEVE SABER. POR QUE NÃO PERGUNTA PARA ELE?
_ JÁ PERGUNTEI. ELE FALOU VÁRIAS COISAS, MAS NÃO ENTENDI DIREITO: O QUE CADA UM TEM NAS MÃOS E ....
_ ORA, NAS MÃOS A GENTE TEM DEDOS! POR QUE VOCÊ NÃO CONTA OS DEDOS? DISSE A MÃE, QUE ERA BEM MAIS ESPERTA QUE O PAI NOS ASSUNTOS PRÁTICOS.
_HUM ..., PENSOU LELÊ. ASSIM EU SEI! E FOI LOGO DEVORANDO O SANDUÍCHE .
UNS MINUTINHOS DEPOIS, LELÊ JÁ ESTAVA NO QUINTAL. OLHAVA PARA O ALTO, BEM FUNDO NO CÉU DAS ESTRELAS. PARA COMEÇAR MIROU A MAIS BRILHANTE E PASSOU A CONTAR EM VOZ ALTA:
UM ... DOIS ... TRÊS ..., RECOLHENDO UM DEDO DE CADA VEZ. CHEGOU ATÉ DEZ. OLHOU PARA AS MÃOS, OLHOU PARA O CÉU.
SUSPIROU. O PROBLEMA É QUE ELE TINHA SÓ DEZ DEDOS, E O CÉU TINHA MUITO MAIS ESTRELAS.
DESANIMADO, SENTOU-SE NA VARANDA, APOIANDO O QUEIXO NAS MÃOS .
SUA AVÓ, QUE SEMPRE OBSERVAVA TUDO BEM QUIETINHA, FOI LÁ FALAR COM ELE.
_ O QUE FOI FILHO?
_ NADA ...
_ HUM. SABE, EU CONHEÇO UM JEITO DE FAZER CABER TODAS AS ESTRELAS NA MÃO, DE UMA SÓ VEZ.
LELÊ OLHOU DESCONFIADO, MAS FICOU ATENTO, ESPERANDO O RESTO DA HISTÓRIA.
_ ESTÁ VENDO AS ESTRELA LÁ EM CIMA?
SÃO TÃO PEQUENININHAS, NÃO É MESMO? POIS ENTÃO, BASTA VOCÊ OLHAR BEM PARA ELAS, COMO SE FOSSEM GRÃOZINHOS DE AREIA. DAÍ VOCÊ PASSA A MÃO, ASSIM, POR TODO O CÉU, COMO SE ESTIVESSE VARRENDO, E FECHA DE UMA VEZ NO FINAL!
DEPOIS, CHACOALHA BEM E PÕE EM CIMA DO CORAÇÃO, PEGANDO EMPRESTADO UM POUCO DA LUZ DELAS.
ELA DEU ENTÃO UMA PISCADELA E FOI ENTÃO SE LEVANTANDO PARA ENTRAR EM CASA.
LELÊ PERCEBEU UMA EMOÇÃO ESTRANHA NO PEITO, SENTIU UMA SAUDADE IMENSA DA AVÓ, QUERIA QUE ELA MORASSE COM ELE PARA SEMPRE.
DESDE ENTÃO, SEMPRE QUE TINHA VONTADE, LELÊ CONTAVA TODAS AS ESTRELAS DO CÉU. E NUM PUNHADO SÓ.




Autor: André de Martini, é professor e psicanalista.

Texto retirado da Revista Nova Escola janeiro/fevereiro/2009

Seção: Era uma vez ...

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Download das Histórias postadas da Coleção Cuidando do Corpo.


Olá amigas, prometi que iria colocar estas histórias para download e aí estão, assim que puder vou deixar outras. Beijos, Zélia.

Download da História: Os dentes do Tubarão o Grandão.






Download da História: Cheré, o Jacaré de Chulé.




sexta-feira, 19 de junho de 2009

Sugestão de História para ler no Projeto Higiene e Saúde

OLÁ! MAIS UMA HISTÓRIA PARA O PROJETO DE HIGIENE, TENHO UMA OUTRA COLEÇÃO PARA A HIGIENE DOS DENTES, VOU POSTAR ALGUMAS HISTÓRIAS, AGUARDEM...

HISTÓRIA: OS DENTES DE GRANDÃO, O TUBARÃO.







Gostaram da história do tubarão, vou pedir para o Vitor, meu filho, colocar as duas histórias para download.Tchau, Zélia.

Oi! Este é o link da postagem com download da história para você. AQUI    

Coleção Conhecendo o Corpo - Gina Borges - Editora FAPI

quinta-feira, 18 de junho de 2009

História para ler no Projeto Higiene e Saúde.




HISTÓRIA: CHERÉ, O JACARÉ DE CHULÉ.

Olá... Mais uma história para vocês, está eu li quando trabalhei com o Projeto Higiene e Saúde, tenho a maletinha com todos os livros, são ótimos, a meninada gosta muito, as ilustrações são lindas e as histórias divertidas. Logo, vou postar outros títulos para download.....







Coleção Cuidando do Corpo: Educação Infantil - Gina Borges - Editora FAPI.


Na página ao lado estão os outros títulos da Coleção, todas as histórias são lindas e as crianças gostam muito, depois da leitura, na rodinha, trabalho com a oralidade deles, falamos dos personagens, sobre a atitude deles em relação ao hábito de higiene que está sendo relatado na história, geralmente começo a falar sobre o hábito de higiene a ser trabalhado naquele dia, após a leitura de uma história ou filme.
TCHAU E ATÉ A PRÓXIMA.... ZÉLIA.

OLÁ! CLIQUE NESTE LINK PARA FAZER O DOWNLOUD DA HISTÓRIA.


domingo, 17 de maio de 2009

Alfabetização



OLÁ!!!! ESTÁ É A MINHA SUGESTÃO DE LEITURA, OS ARTIGOS E AS REPORTAGENS DESTA EDIÇÃO ESPECIAL DA REVISTA NOVA ESCOLA ESTÃO IMPERDÍVEIS PARA OS PROFESSORES ALFABETIZADORES. NÃO DEIXE DE COMPRAR, ELA TRAZ EXPERIÊNCIAS DE PROFESSORES QUE ESTÃO EM SALA DE AULA COMO NÓS, NÃO É APENAS TEORIAS DE PROFISSIONAIS DOS GABINETES DAS SECRETARIA DE EDUCAÇÃO OU DE TEÓRICOS QUE À TEMPOS NÃO FREQUENTAM AS SALAS DE AULA E NÃO CONHECEM A VERDADEIRA REALIDADE DAS NOSSAS ESCOLAS . VALE A PENA LER E TER.




SEÇÕES
  • ENTREVISTA: Ana Maria Kaufman
  • APRESENTAÇÃO: Alfabetizar é todo dia. O professor deve planejar com antecedência as atividades de escrita e de leitura do ano letivo.
  • TEORIA E PRÁTICA:

DIAGNÓSTICO: PARA CONHECER A NOVA TURMA: Mesmo antes de saber ler e escrever convencionalmente, a criança elabora hipóteses.

PLANEJAMENTO: ORGANIZAR A ROTINA; O professor deve criar atividades que proporcionem contato com práticas de leitura e de escrita.

INTERAÇÃO: PARCEIROS EM AÇÃO; agrupar as crianças é uma estratégia importante para a troca de conhecimento que leva à reflexão.

  • SALA DE AULA

LEITURA PELO PROFESSOR: PEQUENOS LEITORES: Ouvir permite às crianças ampliar o repertório cultural e desenvolver o comportamento leitor.

LEITURA PELO ALUNO: DESDE O COMEÇO: É preciso oferecer textos à sala já nas primeiras atividades de alfabetização para favorecer a reflexão.

DITADO PARA O PROFESSOR: PRODUZIR TEXTO SEM ESCREVER: O docente trabalha com os estudantes as difereças entre linguagem oral e a escrita.

ESCRITA PELO ALUNO: NA PONTA DO LÁPIS: Desde o ínicio, escrever leva a turma a refletir, formular, testar e avançar nas próprias hipóteses.